quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Simpatias para ano novo? Acredite se quiser!

Chegamos ao último dia do ano, e com ele sempre o desejo de um próximo ano cheio que esperança, realizações, dinheiro no bolso...
À noite, todos começam o ritual da passagem de ano e sempre um(a) amigo(a) aparece com uma simpatia mirabolante para fazer, ou uma crendice popular para não atrair o azar. Resta-nos acreditar ou não, fazer ou deixar passar.
Eu confesso que tenho algumas particularidades: como não usar preto, pular 7 ondas (caso eu esteja na praia), não comer peru ou frango (porque ciscam para trás). Mas se você não está satisfeito com estas poucas "dicas", segue um post mais completo.





Simpatias e Crendices para o Ano Novo e Reveillon

Roupas:

Para dar sorte no amor use uma calcinha ou uma cueca nova, pois assim você estará deixando os mal-entendidos para trás.

Use roupa branca para ter paz no novo ano. A cor branca representa a Luz pura, a pureza de espírito e a bondade.

Use uma peça de roupa na cor amarela, pois esta cor representa o Ouro, a riqueza. Pode ser qualquer peça de roupa, desde um simples lenço até uma roupa íntima.

Branco: Traz paz, calma, ordem, simplicidade, harmonia e estimula os sentidos. Significa inocência e pureza.

Dourado: Traz sorte e riqueza.

Rosa: É a cor da feminilidade, da afeição e do romantismo. Deve ser usada por quem quer viver um grande amor.

Verde: Traz vitalidade e confiança. Tem efeito calmante, relaxante e está ligado à harmonia e equilíbrio. É também a cor da fertilidade.

Amarelo: É a cor da prosperidade. Estimula o otimismo, a criatividade, a inteligência e é a cor ideal para quem quer trazer alegria para seus dias.

Laranja: Significa movimento e espontaneidade. A cor estimula a sensação de calor e alegria, trazendo ótimas vibrações e disposição.

Azul: Representa serenidade e segurança. Cor ideal para quem quer calma e confiança.

Vermelho: Significa amor, elegância e requinte. Funciona como estimulante e melhora o ânimo de quem usa.

Alimentos que trazem boa sorte:

Lentilhas, Nozes e castanhas: Estes alimentos representam a fartura. Basta consumir uma colher de sopa de lentilhas no Reveillon ou um pouco de nozes e castanhas e acreditar na simpatia.

Romãs: Para atrair dinheiro, parta uma romã em sete partes e coma cada uma, guardando as sementes em sua carteira. Nunca deixe ninguém saber que você mantém as sementes na carteira, pois isso pode atrair a inveja e cobiça alheia.

Carne de Porco: Dizem que o porco sempre fuça para frente, por isso a carne de porco deve estar presente na ceia, para garantir a fartura na mesa o ano inteiro. E evite o Peru, pois ele cisca para trás…

Sua casa também é importante:

Lave a entrada da casa e dos cômodos com agua e sal grosso. Ou lave com água do mar.

Deixe os sapatos sempre com os pares corretos e com o bico virado para a rua. Não deixe roupas viradas do avesso.

Vá em uma Igreja e pegue um pouco de água benta. Jogue um pouco nos quatro cantos de cada cômodo de sua casa.

Dinheiro:

Para ter sempre dinheiro no bolso, coloque uma cédula nova em seu sapato direito durante a virada do ano.

Para atrair riqueza para todos em sua casa, na virada do ano, na porta de sua casa, jogue para fora de sua casa algumas moedas, de diversos valores, sem remorso. E peça para que o dinheiro que você está jogando fora lhe retorne em dobro.

O primeiro negócio do ano, não importando qual seja, não deve nunca ser feito com alguém pobre. Sempre faça o primeiro negócio do ano com alguém que seja rico que esteja em melhor situação financeira do que você.

Simpatias:

Para ter Felicidade no Novo Ano: Comece a usar, a partir do dia 28 de dezembro, um par de meias brancas novas. No quarto dia, coloque a meia do pé direito no sol. Depois atire-a longe -cuidado para ela não cair em nenhum lugar úmido. À meia-noite do dia 31 coloque a meia do pé esquerdo ao luar e depois jogue longe dizendo: “Minhas meias foram longe. Não têm teia, nem idade. Se elas se foram, porque se foram, virá a felicidade. Assim seja”.

Para afastar os Maus Fluídos: Na beira do mar, com a água na altura da canela, derrame pipoca ao longo de seu corpo, da cabeça aos pés. Deixe que o mar leve a pipoca, que é um elemento do orixá Omolu, senhor da vida, da cura e da saúde.

Para ter dinheiro o ano todo: Leve para a praia sete rosas brancas, sete moedas do mesmo valor, perfume de alfazema e um champanhe. Reze para Iemanjá e para os orixás que têm força no mar. Conte sete ondas e jogue as flores no mar. Em seguida, coloque o conteúdo do champanhe e ofereça aos orixás. Lave as moedas com o perfume e coloque-as na mão direita. Mergulhe a mão na água e peça proteção financeira. Deixe o mar levar seis moedas e fique com uma, que deve ser guardada como amuleto durante o ano.

Para ter Prosperidade: Dia 06, Dia de Reis, coloque uma romã dentro de um saquinho confeccionado de pano vermelho e ofereça aos 3 Reis Magos: Baltazar, Gaspar e Melchior.
Pendure esse saquinho atrás da porta e deixe lá o ano inteiro.

As tradicionais simpatias com romãs para serem feitas no Dia de Reis:

1. No dia de Reis, coloque três caroços de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o Ano Novo.

2. No Dia de Reis, dia 6 de janeiro, pegar uma romã e retirar 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro.

Depois pegue 3 das nove sementes e guarde num saquinho, papel, o que der. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.

As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Protocolo pessoal

Encontrei este texto em um blog que eu acompanho, e uso para fechar este ano.
São dez detalhes que fazem toda diferença no dia a dia seja ele no Brasil ou fora dele. Já que você molda uma carreira com estudo, determinação e muito sacrifício, será um dia hora de crescer cada vez mais nesta escolha. Desde novembro, toda quarta-feira, posto coisas referentes sobre o ingresso no serviço público, e como fugir e não pertencer a parcela de servidores que não estão nem ai com a hora do Brasil. Ler estas regras é concordar com o pensamento da escolha certa.



10 regras modernas de Diplomacia

1. Servir a pátria, mais do que aos governos, conhecer profundamente os interesses permanentes da nação e do povo aos quais serve; ter absolutamente claros quais são os grandes princípios de atuação do país a serviço do qual se encontra.
O diplomata é um agente do Estado e, ainda que ele deva obediência ao governo ao qual serve, deve ter absoluta consciência de que a nação tem interesses mais permanentes e mais fundamentais do que, por vezes, orientações momentâneas de uma determinada administração, que pode estar guiada — mesmo se em política externa isto seja mais raro — por considerações “partidárias” de reduzido escopo nacional. Em resumo, não seja subserviente ao poder político, que, como tudo mais, é passageiro, mas procure inserir uma determinada ação particular no contexto mais geral dos interesses nacionais.

2. Ter domínio total de cada assunto, dedicar-se com afinco ao estudo dos assuntos de que esteja encarregado, aprofundar os temas em pesquisas paralelas.
Esta é uma regra absoluta, que deve ser auto-assumida, obviamente. Numa secretaria de estado ou num posto no exterior, o normal é a divisão do trabalho, o que implica não apenas que você terá o controle dos temas que lhe forem atribuídos, mas que redigirá igualmente as instruções para posições negociais sobre as quais seu conhecimento é normalmente maior do que o do próprio ministro de estado ou o chefe do posto. Mergulhe, pois, nos dossiês, veja antigos maços sobre o assunto (a poeira dos arquivos é extremamente benéfica ao seu desempenho funcional), percorra as estantes da biblioteca para livros históricos e gerais sobre a questão, formule perguntas a quem já se ocupou do tema em conferências negociadoras anteriores, mantenha correspondência particular com seu contraparte no posto (ou na secretaria de estado), enfim, prepare-se como se fosse ser sabatinado no mesmo dia.

3. Adotar uma perspectiva histórica e estrutural de cada tema, situá-lo no contexto próprio, manter independência de julgamento em relação às idéias recebidas e às “verdades reveladas”.
Em diplomacia, raramente uma questão surge do nada, de maneira inopinada. Um tema negocial vem geralmente sendo “amadurecido” há algum tempo, antes de ser inserido formalmente na agenda bilateral ou multilateral. Estude, portanto, todos os antecedentes do assunto em pauta, coloque-o no contexto de sua emergência gradual e no das circunstâncias que presidiram à sua incorporação ao processo negocial, mas tente dar uma perspectiva nova ao tema em questão. Não hesite em contestar os fundamentos da antiga posição negociadora ou duvidar de velhos conceitos e julgamentos (as idées reçues), se você dispuser de novos elementos analíticos para tanto.

4. Empregar as armas da crítica ao considerar posições que devam ser adotadas por sua delegação; praticar um ceticismo sadio sobre prós e contras de determinadas posições; analisar as posições “adversárias”, procurando colocá-las igualmente no contexto de quem as defende.
Ao receber instruções, leia-as com o olho crítico de quem já se dedicou ao estudo da questão e procure colocá-las no contexto negocial efetivo, geralmente mais complexo e matizado do que a definição de posições in abstracto, feita em ambiente destacado do foro processual, sem interação com os demais participantes do jogo diplomático. Considerar os argumentos da parte adversa também contribui para avaliar os fundamentos de sua própria posição, ajudando a revisar conceitos e afinar seu próprio discurso. Uma saudável atitude cética — isto é, sem negativismos inconseqüentes — ajuda na melhoria constante da posição negociadora de sua chancelaria.

5. Dar preferência à substância sobre a forma, ao conteúdo sobre a roupagem, aos interesses econômicos concretos sobre disposições jurídico-abstratas.
Os puristas do direito e os partidários da “razão jurídica” hão de me perdoar a deformação “economicista”, mas os tratados internacionais devem muito pouco aos sacrossantos princípios do direito internacional, e muito mais a considerações econômicas concretas, por vezes de reduzido conteúdo “humanitário”, mas dotadas, ao contrário, de um impacto direto sobre os ganhos imediatos de quem as formula. Como regra geral, não importa quão tortuosa (e torturada) sua linguagem, um acordo internacional representa exatamente — às vezes de forma ambígua — aquilo que as partes lograram inserir em defesa de suas posições e interesses concretos. Portanto, não lamente o estilo “catedral gótica” de um acordo específico, mas assegure-se de que ele contém elementos que contemplem os interesses do país.

6. Afastar ideologias ou interesses político-partidários das considerações relativas à política externa do país.
A política externa tende geralmente a elevar-se acima dos partidos políticos, bem como a rejeitar considerações ideológicas, mas sempre somos afetados por nossas próprias atitudes mentais e algumas “afinidades eletivas” que podem revelar-se numa opção preferencial por um determinado tipo de discurso, “mais engajado”, em lugar de outro, supostamente mais “neutro”. Poucos acreditam no “caráter de classe” da diplomacia, mas eventualmente militantes “classistas” gostariam de ajudar na “inflexão” política ou social de determinadas posições assumidas pelo país internacionalmente, sobretudo quando os temas da agenda envolvem definição de regras que afetam agentes econômicos e expectativas de ganhos relativos para determinados setores de atividade. Deve-se buscar o equilíbrio de posições e uma definição ampla, verdadeiramente nacional, do que seja interesse público relevante.

7. Antecipar ações e reações em um processo negociador, prever caminhos de conciliação e soluções de compromisso, nunca tentar derrotar completamente ou humilhar a parte adversa.
O soldado e o diplomata, como ensinava Raymond Aron, são os dois agentes principais da política externa de um Estado — embora atualmente outras forças sociais, como as ONGs e os homens de negócio, disputem espaço nos mecanismos decisórios burocráticos — mas, à diferença do primeiro, o segundo não está interessado em ocupar território inimigo ou destruir sua capacidade de resistência. Ainda que, em determinadas situações negociais, o interesse relevante do país possa ditar alguma instrução do tipo “vá ao plenário com todas as suas armas (argumentativas) e não faça prisioneiros”, o confronto nunca é o melhor método para lograr vitória num processo negociador complexo. A situação ideal é aquela na qual você “convence” as outras partes negociadoras de que aquela solução favorecida por seu governo é a que melhor contempla os interesses de todos os participantes e na qual as partes saem efetivamente convencidas de que fizeram o melhor negócio, ou pelo menos deram a solução possível ao problema da agenda.

8. Ser eficiente na representação, ser conciso e preciso na informação, ser objetivo na negociação.
Considere-se um agente público que participa de um processo decisório relevante e convença-se de que suas ações terão um impacto decisivo para sua geração e até para a história do país: isto já é um bom começo para dar dignidade à função de representação que você exerce em nome de todos os seus concidadãos. Redija com clareza seus relatórios e seja preciso nas instruções, ainda que dando uma certa latitude ao agente negocial direto; não tente fazer literatura ao redigir um anódino memorandum, ainda que um mot d’esprit aqui e ali sempre ajuda a diminuir a secura burocrática dos expedientes oficiais. Via de regra, estes devem ter um resumo inicial sintetizando o problema e antecipando a solução proposta, um corpo analítico desenvolvendo a questão e expondo os fundamentos da posição que se pretende adotar, e uma finalização contendo os objetivos negociais ou processuais desejados. No foro negociador, não tente esconder seus objetivos sob uma linguagem empolada, mas seja claro e preciso ao expor os dados do problema e ao propor uma solução de compromisso em benefício de todas as partes.

9. Valorize a carreira diplomática sem ser carreirista, seja membro da corporação sem ser corporativista, não torne absolutas as regras hierárquicas, que não podem obstaculizar a defesa de posições bem fundamentadas.
Geralmente se entra na carreira diplomática ostentando certo temor reverencial pelos mais graduados, normalmente tidos como mais “sábios” e mais preparados do que o iniciante. Mas, se você se preparou adequada e intensamente para o exercício de uma profissão que corresponde a seus anseios intelectuais e responde a seu desejo de servir ao país mais do que aos pares, não se deixe intimidar pelas regras da hierarquia e da disciplina, mais próprias do quartel do que de uma chancelaria. Numa reunião de formulação de posições, exponha com firmeza suas opiniões, se elas refletem efetivamente um conhecimento fundamentado do problema em pauta, mesmo se uma “autoridade superior” ostenta uma opinião diversa da sua. Trabalhe com afinco e dedicação, mas não seja carreirista ou corporativista, pois o moderno serviço público não deve aproximar-se dos antigos estamentos de mandarins ou das guildas medievais, com reservas de “espaço burocrático” mais definidas em função de um sistema de “castas” do que do próprio interesse público. A competência no exercício das funções atribuídas deve ser o critério essencial do desempenho no serviço público, não o ativismo em grupos restritos de interesse puramente umbilical.

10. Não faça da diplomacia o foco exclusivo de suas atividades intelectuais e profissionais, pratique alguma outra atividade enriquecedora do espírito ou do físico, não coloque a carreira absolutamente à frente de sua família e dos amigos.
A performance profissional é importante, mas ela não pode ocupar todo o espaço mental do servidor, à exclusão de outras atividades igualmente valorizadas socialmente, seja no esporte, seja no terreno da cultura ou da arte. Uma dedicação acadêmica é a que aparentemente mais se coaduna com a profissão diplomática, mas quiçá isso represente uma deformação pessoal do autor destas linhas. Em todo caso, dedique-se potencialmente a alguma ocupação paralela, ou volte sua mente para um hobby absorvente, de maneira a não ser apenas um “burocrata alienado”, voltado exclusivamente para as lides diplomáticas. Sim, e por mais importante que seja a carreira diplomática para você, não a coloque na frente da família ou de outras pessoas próximas. Muitos se “sentem” sinceramente diplomatas, outros apenas “estão” diplomatas, mas, como no caso de qualquer outra profissão, a diplomacia não pode ser o centro exclusivo de sua vida: os seres humanos, em especial as pessoas da família, são mais importantes do que qualquer profissão ou carreira.

Escrito pelo diplomata, Ministro-Conselheiro Paulo Roberto Almeida em suas viagens e dia a dia da carreira, postado em seu blog em 22/12/2005.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Guia do Champagne

Era a bebida só do reveillón. Hoje a champagne, ou champanhe, ganha espaço em qualquer festa, ou comemoração. Nunca vou esquecer algumas tardes de verão na piscina embaladas por house music, taça de champagne e amigos. Mas como estamos a 2 dias da noite de reveillón, segue um guia para escolher a melhor garrafa para brindar o novo ano.
Estilo, e ponto final.



Saiba como escolher e servir champanhe ou espumante no fim do ano


Chegou o fim do ano, e com ele a temporada de festas em que a vedete das bebidas são os champanhes e outros espumantes. Esta coluna é dedicada a eles, sua forma de produção, o que os diferencia, como servir e acompanhado de que. Veja ainda uma seleção de mais de 40 produtos para ajudar a escolher na hora da compra.

Champanhe ou Espumante?

O termo "espumante" é a designação genérica para vinhos com gás resultante de fermentação natural. São chamados de "champanhe" os espumantes provenientes da região de mesmo nome, no nordeste da França. Espumantes produzidos em outro países podem ganhar outras denominações específicas, como a “cava” espanhola, o “sekt” alemão, e o “asti” e o "prosecco" italianos, entre outros.

Métodos de fabricação

São dois os métodos mais utilizados na produção de espumantes, o champenoise (tradicional), empregado na fabricação do champanhe, em que o gás é formado por meio de uma segunda fermentação dentro da própria garrafa, e o método charmat, em que o gás se forma numa segunda fermentação, em tanques de aço inox hermeticamente fechados.

“No geral, a qualidade dos espumantes produzidos pelo método champenoise é maior. As bolhas são menores e mais delicadas, além de mais numerosas e duradouras", explica Susana Jhun, enóloga e professora do curso de Tecnologia em Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi. A grande vantagem dos espumantes produzidos pelo método charmat é o custo mais baixo.

Mas o que diferencia o champanhe dos outros espumantes também produzidos pelo mesmo método? A resposta está numa palavra francesa muito recorrente no mundo do vinho: o “terroir” (diz-se "terroá"), ou local de proveniência. Devido ao clima frio e ao solo formado por um depósito à base de greda (espécie de solo calcário), o vinho espumante de Champanhe possui uma alta acidez, o que permite, segundo especialistas, um maior equilíbrio além de uma complexidade aromática mais elevada.

Tipos de uvas

Em Champagne são permitidas três cepas de uvas: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. Como lá é produzido o espumante referência no mercado, muitos produtores no resto do mundo tentam seguir este padrão de mistura (assemblage), principalmente das duas primeiras dessas cepas.

Como servir

O ideal é que tanto o champanhe como outros espumantes sejam servidos gelados. A média de temperatura recomendada é de 8º C. A taça ideal é a "flûte" ("flauta"), de forma fina e alongada, pois preserva melhor o gás. Segundo Jhun, mesmo em ocasiões festivas e brindes “não se recomenda o estouro da rolha, o que ocasiona a perda de gás e consequentemente a diminuição do número de bolhas”.

A enóloga avalia que espumantes podem acompanhar todas as etapas de uma refeição completa: aperitivos, entrada, prato principal e sobremesa. Champanhes e espumantes tipo "brut" vão bem com aperitivos, entradas e pratos principais mais leves. "Já para pratos principais mais densos, o melhor são os champanhes especiais como millésimes ou cuvées de prestige, que são mais complexos e encorpados", ela indica. Sobremesas vão bem com os espumantes "demi-sec", já que para acompanhar doces vale a recomendação de servir um vinho mais doce que o da refeição.

O espumante pode ser considerado um coringa em harmonizações, pois as bolhas, segundo Jhun, têm o poder de limpar o paladar e facilitar a degustação e a combinação de diferentes comidas.

Rótulos

A principal informação a ser observada no rótulo de um espumante é se o método de fabricação, ou vinificação, adotado pelo produtor. No Brasil e em diversos países esse dado é obrigatório nos rótulos. No caso do champanhe, devido à regra principal da região, sabe-se de antemão que o método é o champenoise.

Além dos champanhes, há também outros outros espumantes tradicionalíssimos e de grande qualidade, como os espumantes de Franciacorta, região ao norte da Itália (Lombardia), e de Alsacia, norte da França (fronteira com Alemanha). E numa faixa de preços mais acessível, há também os espumantes feitos pelo método charmat.

“Caso a opção seja por um espumante especial, recomenda-se um champanhe 'millésime' ou 'cuvée de prestige', sempre com identificação de safra. Mas, se o desejo é não gastar muito, existem espumantes feitos fora da Europa, pelo método charmat, com bom preço e qualidade, principalmente no Brasil”, concluiu Susana Jhun.

FOTOS: Mais de 40 rótulos de champanhe e espumantes, com preço sugerido

FONTE: Estilo UOL

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Arrumando a mala

Hoje todo mundo, que ficou de castigo trabalhando, começa a preparação da viagem de fim de ano... Bem, darei uma ajudinha no quesito, como arrumar a mala.


Arrume a mala para as férias de forma tranquila e eficiente
da Folha de S.Paulo

ANTECEDÊNCIA
Comece a arrumar dois dias antes da viagem, para não esquecer coisas. Informe-se sobre o clima do destino.

EVENTOS E JANTARES
Programe a roupa que usará em cada dia de viagem. Leve peças para uma ocasião especial.

VISÃO DO TODO
Separe roupas que combinam entre si e coloque-as sobre a cama para ter uma visão geral.

TECIDOS
Prefira os que não amassam.




FONTE: Folha

domingo, 27 de dezembro de 2009

Aeroportos em colapso, sério?

E precisa o ministro falar para saber que vai ser um caos? Se hoje Guarulhos e Congonhas, principais hubs do país, já estão um fuá, imagine em época de Copa e Olímpiada? Realmente, sem investimentos pesados e mudança na lei que obriga somente o governo federal construir aeroportos e portos, isso tudo vai parar em breve.


Ministro vê ameaça de colapso em aeroportos na Copa

O ministro dos Esportes, Orlando Silva, disse hoje, em entrevista coletiva, que pode haver um colapso nos aeroportos em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, caso o cronograma de obras e reformas da Infraero sofra algum atraso. De acordo com o ministro, algumas das obras do cronograma de investimentos para a Copa de 2014 têm previsão de serem entregues no ano dos jogos.

"O cronograma da Infraero é absolutamente justo, é um cronograma que tem de ser cumprido religiosamente sob pena de vivermos um colapso na Copa de 2014", ressaltou o ministro, sem informar, porém, quais obras são estas. O ministro observou ainda que, com a superação da crise financeira e a perspectiva de crescimento econômico, a demanda nos aeroportos deve crescer bastante até 2014. Além disso, afirmou o ministro, no Brasil, "diferentemente da Alemanha" (onde aconteceu a última Copa), as pessoas não devem viajar de uma cidade para outra de trem ou de carro, por causa do tamanho (distâncias) do Brasil.

Orçamento

O ministro Orlando Silva também criticou o Orçamento de 2010 para o Ministério dos Esportes, aprovado ontem pelo Congresso Nacional. Durante a votação, pressionado pelos partidos de oposição, o relator do projeto, deputado Geraldo Magela (PT-DF), retirou do texto todas as emendas de sua autoria destinadas para investimentos em vários setores e redistribuiu o dinheiro proporcionalmente entre as bancadas estaduais.

De acordo com o ministro, com esta alteração, os investimentos para infraestrutura esportiva, antes previstos no projeto em R$ 200 milhões, caiu para apenas R$ 8 milhões. Segundo o ministro, este dinheiro seria importante para a preparação do País para as Olimpíadas de 2016.

"Por causa de uma pressão, uma chantagem da oposição - porque a oposição chantageou o governo ameaçando derrubar a votação do congresso - o resultado foi, no nosso caso, uma mexida no orçamento que vai atrapalhar a preparação do Brasil para os jogos olímpicos de 2016", criticou Silva.

FONTE: UOL

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL




"The sun rises on a new dawn.
Yet few of us realize the debt we owe to those responsible for this. To those who dwell among us, anonymous, seemingly ordinary.
Whom destiny brought together to repair, to heal, to save us from ourselves."
TIM KRING


É tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para um novo equilibrio.


Um excelente Natal repleto de esperança!

Feliz Natal!
Feliz Navidad!
Merry Christmas!
Joyeux Noël!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Ceia de Natal: tradições e quitutes

Logo depois do almoço, todos já começam a preparar-se psicologicamente para orgia gastronômica desta noite. Família runida, muita fartura na mesa e todos compartilhando o espírito natalino. Mas hoje em vez de trazer receitas e invenções para a noite de Natal, posto curiosidades ao redor do mundo deste dia tão especial.



Ceia de Natal


A ceia de natal envolve muitas tradições familiares. Algumas famílias têm suas próprias receitas “secretas” para a ceia de natal, outras comem apenas os pratos natalinos tradicionais, como peru ou chester.

Cada país tem em sua ceia de natal algumas peculiaridades. Os russos, por exemplo, evitam a carne e os Jamaicanos usam e abusam das ervilhas em suas receitas para a ceia de natal.

Na Alemanha come-se carne de porco. Pratos tradicionais de tempero forte também são muito comuns durante a ceia de natal.
Na Austrália, onde as festividades natalinas acontecem durante o verão, as pessoas costumam fazer a ceia de natal em praias. Na África do Sul, outro país que comemora o natal durante o verão, é comum fazer a ceia de natal em mesas colocadas do lado de fora das casas.
A ceia de natal brasileira incorporou várias receitas locais como a rabanada e o bolinho de bacalhau, que chegou ao país com a colonização portuguesa.


Tradições natalinas: o Natal ao redor do mundo


As tradições envolvidas na comemoração do natal são muito antigas e foram se renovando no decorrer dos séculos. Durante esse tempo algumas culturas acabaram marcando suas festividades natalinas com aspectos regionais. Conheça algumas das tradições natalinas ao redor do mundo:

Tradições de Natal na Suécia

Nos países escandinavos o natal tem seu início em 13 de Dezembro, data em que se comemora o dia de Santa Luzia. Nas festividades desse dia existem tradições natalinas muito peculiares como uma procissão em que as pessoas carregam tochas acesas. De resto, as tradições de natal suecas são muito parecidas com as do resto do ocidente.

Tradições de Natal na Finlândia

Na Finlândia há a estranha tradição natalina de freqüentar saunas na véspera de natal. Outra tradição natalina na Finlândia é visitar cemitérios para homenagear os entes falecidos.

Tradições de Natal na Rússia

Na Rússia o natal é comemorado no dia 7 de janeiro,13 dias depois do natal ocidental. Uma curiosidade é que, durante o regime comunista, as árvores de natal foram banidas da Rússia e substituídas por árvores de ano novo. Segundo a tradição natalina dos russos, a ceia deve ter muito mel, grãos e frutas, mas nenhuma carne.

Tradições de Natal no Japão

No Japão, onde só 1% da população é cristã, o natal ganhou força graças à influência americana, depois da segunda guerra. Por questões econômicas, os japoneses foram receptivos com algumas tradições, como a ceia de natal, o pinheirinho e os presentes de natal.

Tradições de Natal na Austrália

Na Austrália o natal é usado para lembrar as raízes britânicas do país. Tal como na Inglaterra, a ceia de natal inclui o tradicional peru e os presentes de natal são dados na manhã do dia 25. Uma curiosidade: devido ao calor alguns australianos comemoram o natal na praia.

Tradições de Natal no Iraque

Para os poucos cristãos residentes no Iraque a principal tradição natalina é uma leitura da bíblia feita em família. Há também o “toque da paz”, que segundo a tradição natalina do Iraque, é uma benção que as pessoas recebem de um padre.

Tradições de Natal na África do Sul

O natal na África do Sul acontece durante o verão, quando as temperaturas podem passar dos 30 graus. Devido ao calor, a ceia de natal acontece em uma mesa colocada no jardim ou no quintal. Tal como na maioria dos países, tradições como árvores de natal e presentes de natal são quase obrigatórias.

Tradições de Natal na Inglaterra

Na Inglaterra as tradições natalinas são levadas muito à sério. Não é à toa, já que o país comemora o natal há mais de 1000 anos. Presentes de natal, pinheirinhos decorados e músicas natalinas são mais comuns na Inglaterra que em qualquer outro país do mundo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Funcionário público motivado. Isto é possível?

Podemos atrelar tudo o que vocês lerão agora com aquela vontade de ir trabalhar pela manhã. Estar motivado é acordar e ter prazer e orgulho do trabalho que faz. É desagradável sair de casa pela manhã e pensar: ahhhh, tenho que ir trabalhar? Claro, sedenta por lucros e produtividade, a iniciativa privada sabe muito bem motivar os funcionários, resumindo, o colaborador recebe um estímulo externo. E no setor público? Depende muitas vezes de você. O ambiente que você trabalha ajuda muito nisso: os colegas de seção, o chefe, a Administração, o Ministério. Você deve fazer a diferença, e com isso motivar-se com os resultados obtidos. Muitas vezes o texto abaixo pode trazer para alguns, que já estão no serviço público, um certo sentimento de "isto é fake, no real não é assim". De fato, o melhor dos mundos seria a Administração zelar pelos servidores e não favorecer somente alguns ou alguma classe dentro da mesma Instituição, seja qual for o poder. Seria muito utopia dizer que um dia no futuro isso possa deixar de existir? No momento, é melhor pensar que a motivação vem de cada um, em que cada um constroi internamente; uma quase possível relação de causa-consequência.



Endomarketing, ou marketing interno, são termos que estão na ponta da língua dos Departamentos de Comunicação e Recursos Humanos das organizações de sucesso. Funcionários motivados - está comprovado - apresentam comprometimento/lealdade maiores para com a instituição onde trabalham.

As 100 melhores empresas para se trabalhar, segundo pesquisa da revista Exame, oferecem aos seus funcionários benefícios em comum, tais como aperfeiçoamento profissional (cursos, treinamentos etc), participação nos resultados e planos de saúde. Oferecem, principalmente, espaço para sugestões de melhoria do serviço, recompensadas no final do mês de forma generosa.

E quanto aos órgãos públicos? Em função de uma série de dispositivos legais, justamente para evitar a prevaricação no uso da verba pública, a implementação de um programa de incentivo se complica. Se nas empresas privadas os principais objetivos organizacionais são gerar lucro, aumentar as vendas/produtividade e obter posição de liderança no mercado, nos órgãos públicos é diferente. O seu fim é servir à sociedade, oferecer segurança, saúde e educação, diminuir a acidentalidade, enfim, em sua área, trabalhar para oferecer um ambiente digno para a população.

Mas será que nós, funcionários públicos, estamos conscientes da relevância do nosso trabalho? A imagem que se construiu ao longo do tempo é a de funcionários estirados em suas cadeiras, com um copo de cafezinho na mão, passando o tempo durante o expediente. Nada contra o cafezinho, muito pelo contrário. Mas uma eventual falta de entusiasmo, mesmo com a ajuda de uma dose de cafeína, é o que por vezes nos revolta. O funcionário público pode e deve trabalhar consciente de seu papel na instituição. Para isso, algumas questões precisam estar bem claras:

• O que a instituição espera do servidor?
• O que este espera da instituição?
• O que a sociedade espera da instituição?
• O que a instituição está oferecendo para a sociedade?

Estas perguntas nos mostram o papel fundamental de uma comunicação eficaz, uma via de mão dupla, geradora de um sistema de informações transparente.

O órgão público não pode oferecer benefícios em dinheiro, mas pode demonstrar respeito pela formação de cada profissional; pode conhecer profundamente o seu público interno e ser criativo em atividades que o envolvam; pode fazer com que um dia de trabalho não seja apenas mais um dia de trabalho, mas uma oportunidade de crescimento pessoal. Para tanto, podemos começar com a ferramenta de incentivo pessoal mais barata que existe: um sincero sorriso, tanto entre colegas quanto entre funcionário/cidadão.

Texto: Rose Léa Schames - Publicitária, Pós-Graduada em Comunicação pela ESPM e Técnica Superior em Trânsito no Detran-RS.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

São Paulo dos árabes



Sabemos que em São Paulo encontramos todo tipo de comida tradicional, desde a peruana até a vietnamita, mas também existe uma infinidade de restaurantes árabes e uma das mais tradicionais casas libanesas, a Brasserie Victória oferece cardápio variado e ampla gama de serviços. Este review é muito recente, visto que estive ontem por lá na ocasião de um aniversário de uma grande amiga. Como fica no meio de uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo, não esqueça de reservar R$ 7,00 para o estacionamento (vallet no local).

Fundado em 1947 a casa conta com um misto de restaurante, fast-food e delivery. Quem cuida de tudo de pertinho é a dona Victória Feres Azar, neta de libaneses, que mantém a tradição da casa desde sua abertura.  No restaurante, os freqüentadores se deliciam com todas as especialidades árabes em modo rodízio (R$ 65,00 por pessoa), na entrada tem o bal de delivery/para viagem e algumas mesas para aqueles que querem somente reunir os amigos e comer algumas coisas, como um fast food.

Qualidade altíssima, e um farto cardápio faz da sua escolha uma difícil decisão. Os preços são amigáveis, mas longe do, ai sim very-fast food wannabe árabe, Habbib´s. O Brasserie Victória é o restaurante perfeito quando você quer comer uma comida bem especial lá do Oriente.

Algumas sugestões:

- Esfiha aberta de Muzzarela (R$ 4,00): impossível comer somente uma
- Esfiha fechada/aberta de carne (R$ 3,60): muito, mas muito boa!
- Coalhada Seca (R$ 12,00): porção generosa e espetacular
- Falafel (R$ 9,00): bem seco, e uma porção generosa.
- Arroz B´charie (R$ 14,00): meu predileto, para comer sem culpa e ainda ficar com gosto de "quero mais"

No balcão, uma infinidade de doces tradicionais para uma sobremesa típica. Vale muito a pena passar um dia por lá, se você for apaixonado por esta cozinha deliciosa.

SERVIÇO:
Brasserie Victória
http://www.brasserievictoria.com.br/

Av Pres Juscelino Kubitschek, 545

Itaim Bibi - São Paulo - SP
Fone: (11) 3845-8897
Delivery: (11) 3849-8449







segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Não cometa gafes!

Chegaram as férias para alguns (o meu mini descanso será na próxima semana), e com elas as viagens. Dólar razoavel, ofertas de pacotes, que tal dar um pulinho ali em outro país? Para não ser motivo de fúria, é sempre bom saber os costumes locais, pois além de vivenciar a cultura, voltaremos com o bom gosto do lugar.




Introdução a 13 exemplos de boas e más maneiras ao redor do mundo

Não arrote. Coma tudo que estiver no prato. Aperte com força a mão na hora de cumprimentar. Reconheça o bom serviço prestado dando uma gorda gorjeta. Sabe isso tudo que você aprendeu sobre boas maneiras? Pode esquecer, dependendo do lugar para onde você for. O que é sinal de educação no Brasil pode ser visto como uma ofensa do outro lado do mundo - ou não tão longe assim. Veja nesta página e nas próximas alguns exemplos das diferenças culturais que se refletem nas boas maneiras.

1 - Comeu bem? Então arrote!
Na China, em Taiwan e em boa parte do Extremo Oriente, o arroto é considerado um cumprimento ao chefe de cozinha - e indica que a pessoa comeu bem e apreciou a refeição.

2- Cuidado com os pés.
Na maior parte do Oriente Médio e do Extremo Oriente é considerado um insulto apontar os pés para outra pessoa - especialmente a sola do sapato, que jamais deve ser mostrada. Nunca se devem colocar os pés para cima.

3- Mais do que um pedaço de papel.
Na maioria dos países asiáticos o cartão de visitas é visto como uma extensão da pessoa. Daí que dar pouco valor ao cartão - dobrando-o, escrevendo nele ou guardando-o sem olhá-lo com atenção - equivale a desrespeitar quem o ofereceu.

4- Saindo do aperto.
É meio estranho um aperto de mãos mole - dá a impressão de pouca disposição por parte de quem cumprimenta. Só que em boa parte do Oriente - e em particular nas Filipinas - um aperto de mão mais forte, daqueles de esmagar os ossos, é entendido como uma agressão, equivalente a apertar qualquer outra parte do corpo.

5- Guerra dos sexos.
Judeus ortodoxos não apertam as mãos de mulheres, e muçulmanas fervorosas não apertam as mãos de homens. Para tornar tudo mais complicado, um homem muçulmano aperta as mãos de uma mulher que não seja muçulmana. Mas no geral as pessoas desses dois grupos evitam tocar em pessoas do sexo oposto que não sejam de suas famílias.

6- Em pratos limpos.
Num jantar na China nunca tente limpar o prato para dar mostras de boa educação. Quem oferece o jantar pode ser visto como rude se não se mantiver enchendo seu prato. Para demonstrar o reconhecimento pela generosidade de seu anfitrião, deixe um pouco de comida a cada prato servido.

7- Dá um dinheiro aí...
No Japão e na Coreia as gorjetas são consideradas um insulto, e não um cumprimento. Para japoneses e coreanos tradicionais aceitar gorjeta equivale a mendigar - mas isso já começou a mudar, graças à maior presença de ocidentais com seus costumes.

8- Contando nos dedos.
O sinal de OK, com o indicador e o polegar fazendo um círculo e os outros dedos levantados, é bem aceito nos EUA, mas na Alemanha e na maior parte da América do Sul é visto como uma das ofensas mais graves - mandar o sujeito tomar naquele lugar... Já na Turquia o gesto equivale a chamar alguém de homossexual. No Brasil o OK vem ficando cada vez mais OK, com a adoção do gesto americano, feito só com o dedo médio para cima.

9- Paz e guerra.
No Reino Unido, o V de vitória, usado também como símbolo da paz, vira convite para uma briga se for feito com a palma da mão virada para dentro. É o mesmo que o OK que não é OK, ou o dedo médio mostrado para quem se quer ofender.

10- Mão boba.
Na Grécia é extremamente ofensivo fazer qualquer sinal que mostre as palmas das mãos abertas. Não se deve acenar mostrando a palma da mão, nem levantar a mão aberta para faze alguém parar. Para dar tchau na Grécia é preciso apontar a palma da mão para dentro, como faz a família real...

11- Pés descalços.
No Japão e em outros países da Ásia - e também em alguns da América do Sul - é obrigatório tirar os sapatos ao entrar na casa de alguém. E na Europa é de bom-tom perguntar se é melhor tirar os sapatos. Não há segredo aqui - é só uma questão de limpeza.

12- Chiclé fora da lei.
Muita gente acha feio mascar chiclé. Na França, na Suíça e em Luxemburgo isso é visto como algo vulgar. E Cingapura vai além de muxoxos - lá é ilegal mascar chiclé desde 1992, quando o povo se cansou de ter que raspar da calçada a goma mastigada e cuspida.

13- De canhota.
Na maioria dos países árabes a mão esquerda é considerada suja, o que torna extremamente grosseiro usá-la para cumprimentar alguém - tanto com um aperto de mãos quanto acenando. Também é falta de educação passar comida para alguém usando a mão esquerda. O motivo? No deserto, sem papel higiênico, as pessoas se limpavam com a mão esquerda. Como não havia água para lavá-la depois, a sujeira era removida na areia. Enquanto isso, a mão direita era mantida sempre limpa.

Fonte: HowStuffWorks

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Como se comportar, ou não, na festa da empresa!

Só de pensar no post de hoje começo a gargalhar lembrando dos anos anteriores.
Bem, o que seriam as festas das empresas, sejam as de fim de ano ou não, sem as pessoas que gostam de perder o naipe até o último nível? No mínimo seria chato.
Hoje é a festa da empresa a qual sofro trabalho, e desde às 08:01 já começaram os comentários, expectativas e previsões à Mãe Dinah do day after.
Ai vão as dicas de como se comportar, ou não, na festa. It´s up to you!




Como se comportar nas festas de fim de ano da empresa

Todo final de ano uma coisa é certa: são vários os micos nas festas das firmas: é chefe metido a galã dando em cima das estagiárias, é secretária tomando umas a mais e subindo na mesa... A consultora de imagem Sabina Donadelli ensina quais cuidados tomar nas confraternizações de Natal e Ano Novo de sua empresa para que o "day after" não seja constrangedor:

- Procure chegar no horário marcado para o início da festa... os famosos quinze minutos de tolerância são permitidos, mas não vá muito além... Os atrasos deixam os organizadores ansiosos e são sinais de pouco caso. Pior ainda se você é o chefe da equipe.

- Na hora de comer seja discreta(o). Espere as pessoas hierarquicamente superiores servirem-se na sua frente.

- Seja agradável e procure falar de amenidades. Falar mal de chefes e colegas, bem como criticar a organização nesta circunstância, é expressamente proibido (a menos que você já não se importe mais se vai ou não permanecer na empresa).

- Evite contar histórias catastróficas e ficar falando de doenças. Em dias de festa as pessoas não querem falar destes assuntos e você poderá se tornar desagradável.

- Se você não é acostumada(o) a tomar bebida alcoólica, não vá escolher justamente a festa de fim de ano da empresa para experimentar. Isto poderá lhe render uma bruta ressaca psicológica moral (que é pior que a ressaca da bebida!).

- Cuidado com a roupa! Mesmo que aquele(a) colega maravilhoso(a) que você paquerou o ano inteiro for presença confirmada, lembre-se que todos os chefes, diretores e colegas também estarão por lá. Procure um visual alegre e principalmente que valorize seu estilo, mas que seja também adequado na cor, comprimento, transparência, etc.

- Festas de final de ano são sempre uma ótima oportunidade para você melhorar seu network. Não perca esta chance comportando-se como se estivesse na última festa da sua vida. Mesmo sendo dia de festa você está no ambiente do seu trabalho.

Fonte: UOL Vírgula

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O que é ser um servidor público

Mais um texto que encontrei na net. Para muitos um pouco utópico, mas para outros certa realidade. Concordo que tem muitos servidores encostados, mas acredito que tenha alguns muitos que acreditam que o verdadeiro legado é atender e servir a sociedade.
No mesmo patamar quando digo que salário é consequência do que você faz na inicativa privada, acredito fielmente que no setor público a estabilidade, a aposentadoria integral, algumas regalias conforme o orgão que você trabalha são consequências do trabalho que você exerce à sociedade.
Muitos não pensam assim, mas o primeiro passo antes de cair nos estudos é saber se a pessoa realmente tem a vocação de lidar com a sociedade ou com os interesses da sociedade/União; ou será mais uma pessoa relaxada em busca da vida boa.



O Servidor Público é um trabalhador especial. Principalmente por ser o agente dos direitos constitucionais do cidadão. Se na Constituição Federal é garantido ao cidadão o direito ao ensino, à saúde, à segurança, ao Judiciário entre outros serviços, é o Servidor Público, o braço para efetivar esses direitos.

Também é o Servidor Público, concursado, de carreira, quem administra a máquina do Estado. Mudam, a cada eleição, os políticos e com eles a política do Estado, mas são os Servidores Públicos os administradores sempre prontos a cumprir com a obrigação de atender o cidadão.

O Servidor Público é um trabalhador especial porque não está em busca do lucro como na iniciativa privada, mas no bem estar do cidadão que é quem contribui e pesadamente para o Estado.

Infelizmente não é assim que o Servidor Público é visto pelos que estão no poder. Pelo contrário. São mal pagos (no Executivo, principalmente), não conseguindo sequer a reposição da inflação nos seus salários e trabalham quase sempre em condições precárias.

Fonte: Blog Sylvio José

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Atacama, sempre saudades

Vagando pela net, achei uma reportagem e um vídeo de 3 minutos sobre o deserto de Atacama. Para quem não lembra, eu em Junho de 2009 fiz uma viagem de 25 dias pelo Chile, começando no deserto e terminando na Patagonia, tudo relatado nesta tag.

Vale a pena ver o vídeo, e encantar-se com o desconhecido e inóspito.



Um tour pelos pontos turísticos do deserto do Atacama

O Atacama, uma extensa área desértica entre as águas frias do Pacífico e as monumentais cordilheiras dos Andes, oferece vários passeios para os turistas mais aventureiros e dispostos a conhecer uma das áreas mais diferentes da Amércia do Sul. Texto do off baseado no guia do Atacama, de Eduardo Vessoni.


* O jornalista Eduardo Bonavita viajou a convite da Lan e do Tierra Atacama.




Fonte: UOL Viagem

domingo, 13 de dezembro de 2009

Rio: orla com wi-fi gratuito

Mandar mensagens no Twitter, responder e-mails, passar o tempo, divertir-se... Resta saber se todos estarão seguros em manusear os eletrônicos, seja seu notebook ou o celular, em plena orla carioca.




Rio de Janeiro digital: orla da cidade tem conexão wi-fi

Quem passar o réveillon no Rio esse ano poderá mandar emails e atualizar o twitter direto da praia.


Hoje, Copacabana, Ipanema e Leblon têm acessos gratuitos à internet. O projeto se chama Orla Digital e permite que qualquer um com um notebook ou um smart phone possa se manter conectado mesmo com os pés na areia!
 
Fonte: SpinTravel

sábado, 12 de dezembro de 2009

Lei Seca? Beba e volte de taxi com desconto

Bem, o jeito é inovar! Agora em SP, a prefeitura lança um programa de descontos nos taxis, previamente cadastrados, de 30% nas noites de sexta, sábado e vésperas de feriado. Se colocar na ponta do lápis tudo o que você gasta quando sai, até que vale a pena dependendo de onde é o bar ou balada que você irá; já que os estacionamentos são no mínimo R$ 12,00, e sempre tem aquela tensão em ser parado por uma blitz, porque você bebeu além da conta (que pela lei é uma micro quantidade).




Prefeitura lança Táxi Amigão - Amigo da Lei Seca

Desconto de 30% nas viagens de táxi no período noturno nos finais de semana e véspera de feriados visa reduzir acidentes e mortes no trânsito.

A partir da próxima sexta-feira (04/12), a população da cidade de São Paulo passará a contar com mais um benefício: o Programa Táxi Amigão - Amigo da Lei Seca. Das 20h00 às 06h00 das sextas-feiras, sábados e nas vésperas de feriados as viagens terão desconto de 30% nos táxis que participarem do programa – o mesmo preço da bandeira 1.

O Táxi Amigão é mais uma ação da Secretaria Municipal de Transportes para reforçar a Lei Seca e reduzir ainda mais o número de vítimas fatais no trânsito da Cidade de São Paulo. O Programa de Redução Tarifária para o Serviço de Táxi irá estimular o uso desse meio de transporte público, especialmente entre as pessoas que costumam beber e dirigir.


Pesquisa do IBOPE

Pesquisa realizada pelo IBOPE em outubro com 805 pessoas, entre homens e mulheres, a partir de 18 anos de idade, pertencentes às classes A, B e C, alerta que:

•39% costumam sair às sextas-feiras e aos sábados à noite, sendo que 49% consomem bebida alcoólica e 24% dirigem nessas ocasiões.
•56% não utilizam o serviço de táxi, pois acham que a tarifa é muito cara.
•53% utilizariam mais o serviço de táxi para ir a bares, festas ou eventos onde há consumo de bebidas alcoólicas caso a tarifa fosse mais barata.
Já o levantamento com 400 taxistas, na mesma pesquisa Ibope, aponta que:

•46% acreditam que um programa de redução de tarifas em determinados horários aumentaria a utilização do táxi pela população.
•72% aprovam o desconto na tarifa em troca de pacote de benefícios para incentivar o uso de táxi.
•38% acreditam que a população utilizaria o serviço de táxi mais vezes se o valor da corrida, incluindo a bandeirada e o custo por quilômetros rodado, fosse menor.
•Entre aqueles que acreditam que a população utilizaria mais vezes o táxi, 71% acham que haveria aumento da renda mensal do taxista.

Redução de acidentes e mortes

Levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostram que o número de mortes decorrentes de acidentes de trânsito em São Paulo, durante o primeiro semestre de 2009, caiu em quase todas as categorias, inclusive entre os motociclistas.

Os investimentos feitos pela Secretaria Municipal de Transportes (SMT) para aumento da fiscalização - contratação de mais agentes de trânsito e de radares - tiveram reflexos diretos sobre o número de vítimas fatais de acidentes de trânsito. No total, foram 690 vítimas fatais de janeiro a junho de 2009. A quantidade é 7% inferior à registrada no primeiro semestre de 2008, quando o número de óbitos foi 741.

Porém, de acordo com dados do Instituo Médico Legal (IML), 25% dos mortos no trânsito apresentavam sinais de alcoolemia.

Táxi Amigão - O Amigo da Lei Seca

Com o objetivo de reduzir ainda mais os índices de vítimas fatais no trânsito, a Secretaria Municipal de Transportes resolveu adotar o Programa de Redução Tarifária para o Serviço de Táxi - "Programa Táxi Amigão - Amigo da Lei Seca", que será aplicado, no período noturno, das 20h00 às 06h00, as sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado, com redução de 30% na tarifa de táxi – o mesmo preço da bandeira 1.

Os veículos integrantes do Táxi Amigão serão identificados por meio de selos especiais e pelo luminoso verde.

Para facilitar o acesso e estimular a utilização do Táxi Amigão foram criados pontos móveis de táxi especialmente localizados em vias de grande concentração de bares e restaurantes, estações de metrô, teatros, cinemas e pontos de lazer (ver endereços dos pontos no anexo), que serão instalados nesta semana.

Os taxistas participantes do programa terão benefícios como:

•Liberação aos sábados, durante todo o dia, de acesso às vagas de estacionamento Zona Azul;
•Distribuição preferencial de credenciais para trabalho em eventos de grande demanda de táxis na Cidade de São Paulo, como Carnaval e o Grande Prêmio de Fórmula 1;
•Criação de guichês de atendimento exclusivo no DTP.
As inscrições devem ser feitas junto ao DTP, a partir do dia 30 de novembro de 2009, mediante a apresentação de requerimento pelo titular do Alvará de Estacionamento.

Pontos de Táxi Amigão

Região Vila Madalena – 6 pontos
•Rua Fradique Coutinho x Rua Aspicuelta
•Rua Mourato Coelho x Rua Aspicuelta
•Rua Wizard x Rua Harmonia
•Rua Inácio Pereira da Rocha x Rua Fradique Coutinho
•Rua Mourato Coelho x Rua Wizard
•Rua Fidalga x Rua Inácio Pereira da Rocha

Região Jardins – 8 pontos
•Alameda Itu, entre a Rua Augusta e a Rua Padre João Manuel
•Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, entre a Rua dos Pinheiros e a Rua Artur Azevedo
•Rua Haddock Lobo, entre a Alameda Tietê e a Alameda Franca
•Rua Bela Cintra x Rua Oscar Freire
•Rua Oscar Freire, entre a Rua Peixoto Gomide e a Rua Ministro Rocha Azevedo
•Rua Haddock Lobo x Rua Vitório Fasano
•Rua Melo Alves x Alameda Lorena
•Rua Barão de Capanema, próximo à Rua Padre João Manuel

Região Augusta (Lado Centro) – 3 pontos
•Rua Haddock Lobo, entre a Rua Antonio Carlos e a Rua Matias Aires
•Rua Fernando Albuquerque, próximo à Rua Bela Cintra
•Praça Roosevelt x Rua Nestor Pestana

Região Bela Vista – 1 ponto
•Praça Dom Orione

Região Luis Dumont Villares – 3 pontos
•Av. Luis Dumont Villares x Rua São Leôncio
•Av. Luis Dumont Villares x Rua Eduardo Espíndola Filho
•Av. Luis Dumont Villares x Rua Padre José Rebouças

Região de Moema – 4 pontos
•Rua Canário x Av. Sabiá
•Av. Lavandisca x Alameda Jauaperi
•Alameda dos Arapanés x Av. Sabiá
•Alameda dos Pamaris x Av. dos Imarés

Região Rua Dr. César – 4 pontos
•Rua Dr. César x Rua Henrique Bernardelli
•Av. Santos Dumont x Av. Gil Guilherme
•Rua Dr. César x Rua Comendador Joaquim Monteiro
•Rua Salete x Av. Brás Leme

Região Eng. Caetano Álvares – 2 pontos
•Av. Eng. Caetano Álvares x Rua Nabuco de Araujo
•Av. Eng. Caetano Álvares x Rua Pelegrino

Região Tatuapé – 6 pontos
•Rua Coelho Lisboa, próximo à Rua Euclides Pacheco
•Rua Itapura, próximo à Rua Cantagalo
•Rua Serra de Japi, próximo à Rua Euclides Pacheco
•Rua Serra de Bragança, próximo à Rua Serra de Japi
•Rua Cantagalo, próximo à Rua Coelho Lisboa
•Rua Isidro Tinoco, próximo à Rua Tijuco Preto

Região da Mooca – 3 pontos
•Rua Guaimbé, próximo à Rua Madre de Deus
•Rua Juventus, próximo à Rua Conde Prates
•Rua Aparaju, próximo da Praça Visconde de Souza Fontes

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Hamburguer com classe



Localizado no quarteirão dos hambúrgueres do Itaim, e uma filial no Shopping Market Place, o General Prime Burger procura destacar-se pela decoração mais sóbria e menu mais sofisticado que o dos vizinhos Joakin’s e New Dog. É uma moda de 10 anos para cá em São Paulo, hamburguerias que não vendem somente hamburgueres e fritas, elas vendem estilo. Além destas posso citar o lendário Milk & Mellow e o América Burger. Outras hamburguerias muito boas e conhecidas, mas não tão sofisticadas, são o Chico Hamburguer e o Big X Picanha.


Sofisticação aliado ao junk food, está é a frase perfeita para classificar o General Prime Burger. Um cardápio completíssimo em couro e papel de alta gramatura, dos hambúrgueres às massas e saladas, num design elegante, leva os clientes a pensarem estar em um restaurante da alta gastronomia. O atendimento dispensa comentários, o garçon está sempre de prontidão e a cozinha está em sintonia com a velocidade que saem os pedidos.

O destaque, nas bebidas, vai para o suco de uva verde importado da Coréia do Sul, que eu já comentei neste post. De entrada, pedimos uma Waffle Fries, um corte de batata frita em forma dos waffles americanos com um tempero que lembra a Curly Fries do antigo Arby´s. E o nosso paladar latino, pediu um Chiplote Burger, levemente picante e bem recheado. O menu reserva muitas surpresas como o hamburguer de cordeiro, de kafta e de vitelo, além de pratos que você pode combinar um corte de carne e um acompanhamento (minha dica é pedir uma batata francesa - lâminas de batata cozinha, envolto com molho de queijo gratinado). A maionese é uma sensação a parte; tradicional e caseira, sem aquele gosto de óleo e ovo, acompanha todos os lanches para delírio dos clientes. Também, toda mesa tem os melhores catchup e mostarda do mundo; detalhe para a mostarda que é apresentada na versão spicy e tradicional.

O preço é salgado no quesito hamburguer, mas coerente pelo ambiente, serviço e sabor.

SERVIÇO:
General Prime Burger
Rua Joaquim Floriano, 541 - Itaim Bibi - São Paulo/SP
Fone: (11) 3168-0833
1 Filial no Shopping Market Place



quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A diferença entre emprego e carreira

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 16/12/2008, sobre empregos e carreiras, e meus comentários complementando o post no final.



Uma breve reflexão sobre a diferença entre um emprego e uma carreira.

Um emprego é uma atividade profissional que gera recursos para pagar as contas que vencem ao final de cada mês. Uma carreira é uma série de decisões que um profissional vai tomando, ao longo de sua vida profissional, para que as contas ao final do mês incomodem cada vez menos.

Emprego é uma atividade presente, carreira é a preparação do futuro.

Um emprego sempre está na dependência de decisões que são tomadas pela empresa. Uma carreira depende principalmente de decisões pessoais.

Empregos são temporários, carreiras são permanentes.

Mas não é necessário ficar mudando de empresa para construir uma carreira. Uma carreira inteira pode ser desenvolvida dentro de uma só empresa. Cada mudança de função que implique em mais responsabilidades e melhor salário, é um passo adiante na carreira.

Por outro lado, ter trabalhado em várias empresas, mas executando trabalhos semelhantes em todas elas, não é carreira. É uma sequência de empregos encadeados, o que significa que o próximo emprego será muito parecido com o último emprego.

Alguém que esteja fazendo a mesma coisa há 5 ou 10 anos, sem alteração de função e salário, tem um emprego. Alguém que esteja trabalhando em alguma empresa que não exige o conhecimento do inglês, mas decide estudar inglês por conta própria, está pensando em uma carreira.

A carreira é uma preparação contínua para o próximo emprego, que será melhor que o atual, e que pode estar dentro ou fora da empresa atual.

De modo geral, quem pensa em emprego, muda de empresa, mas não muda de patamar profissional.

Quem não consegue construir uma carreira, procura emprego. Quem consegue, é procurado.

Um emprego é o que permitirá que o natal deste ano seja bom. Uma carreira é o que permitirá que o natal do ano que vem seja melhor, e que cada natal seja sempre melhor que o anterior.

Fonte: Max Gehringer, para CBN, e Blog Estou Sem

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Infelizmente eu, por enquanto, tenho um emprego. Mas estou reconduzindo a minha carreira, e espero que no maximo em 1,5 anos eu esteja em um novo patamar. Ter uma carreira leva tempo, planejamento e muita determinação. Eu sempre falo para meus amigos: nada cai do céu. E realmente não cai, você precisa querer e fazer poder. Se você não está contente, saia, envie currículos, faça contatos; reinvente-se!
Eu cheguei num ponto crucial, onde nada não tinha mais sentido, e num pensamento profundo (à Minority Report quando o policial mexia na lousa tecnológica) consegui reunir tudo que eu sonhei desde criança, tudo que eu fiz para minha formação todos estes anos e todos meus ideais.
Ter somente um "emprego" é estar fadado a acomodar-se; conduzir a própria carreira é atingir um objetivo de vida.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sim, nós teremos um TGV!

Com muitos anos de atrasos teremos um TGV. Ir de São Paulo ao Rio em 1h30 de trem será realidade, e a ideia é fazer com que o Brasil seja cortado com várias linhas de trem. Bem, a primeira afirmação acontecerá até 2014, pois a licitação já está em andamento, afinal temos uma Copa do Mundo e uma Olimpíada a fazer. As outras linhas ainda ficam na ideia, e espero que tirem do papel rápido. Imagine viajar somente 3h para visitar meus pais e amigos em São Paulo pegando um trem em Brasília, ou somente 4h para pegar um bronzeado nas praias nordestinas no fim de semana sem preocupar-se em reservar uma passagem de avião.
Vamos torcer que tudo siga conforme os padrões europeus, ja que nos estamos no centro da atenção mundial.



Trem entre Rio e São Paulo transformará o país, diz superintendente da ANTT

O trem de alta velocidade entre Rio de Janeiro e São Paulo transformará o sistema de transportes brasileiro, afirmou hoje o superintendente de Serviços de Transporte de Cargas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Noboru Ofugi.

Após apresentar a membros da Câmara de Comércio de Madri o projeto de licitação, cujo modelo será definido hoje em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Ofugi afirmou que a prioridade será a eficiência do sistema e que espera que parte dele esteja em funcionamento até a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil.

"Se obtivermos um sistema que consiga melhorar bastante o acesso dos organizadores e da população (ao evento), sem dúvida já seria um avanço significativo, mas nossa expectativa é que pelo menos alguns trajetos fiquem prontos e que ajudem na mobilização das pessoas até esse período", disse, em entrevista à Agência Efe.

Ofugi afirmou que as principais empresas interessadas em participar do projeto são de Espanha, França, Alemanha, Japão e Coreia do Sul, que deverão demonstrar experiência em engenharia ferroviária, trens de alta velocidade e implementação de sistemas completos destas características.

O superintendente explicou que a empresa que obtiver a concessão através de licitação pública se encarregará da construção de mais de 500 quilômetros de linha férrea, oito estações, a um custo total de US$ 18 bilhões, para o qual terá liberdade de tarifas com um preço máximo.

Em sua apresentação, Ofugi exibiu o plano do Governo de linhas ferroviárias de via larga que percorrerão o território brasileiro de norte a sul e de leste a oeste, além de planos de infraestrutura de estradas, como 2 mil quilômetros que começaria a ser construídos no próximo semestre em Minas Gerais.

O conselheiro comercial da Embaixada do Brasil na Espanha, Claudio Garón, destacou que o Brasil conta com um mercado de classe média equivalente a 80 milhões de pessoas.

Além disso, destacou as oportunidades para o investimento que serão geradas pela Copa de 2014 e pelos Jogos Olímpicos, que serão realizados no Rio de Janeiro em 2016.

"Ambos os eventos necessitam uma quantidade de obras que já começaram a ser realizadas e muitos investimentos", disse, na apresentação a empresários madrilenos.

Fonte: UOL Viagens