sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Nada como esquiar, no Brasil!

Era para inaugurar ano passado, mas com a crise o projeto foi adiado. Acompanhando diariamente as Olimíadas de Inverno Vancouver 2010 e começando a preparar e pensar na minha ski week de 2010, lembrei deste lugar e resolvi relembrar todos postando aqui. Tempo está maluco, eu sempre digo que só falta nevar por aqui no inverno... mas se não vamos até a neve com o nosso equipamento, ela vem até nós!

A ideia era um clube de ski em Campos do Jordão / SP, com neve artificial, e pistas de inciantes, intermediário e avançado, tudo como manda o figurino de grandes estações do hemisfério sul como Valle Nevado, Pucón, Cerro Catedral entre outras. Independente do preço, com certeza era é aposta de dias lotados com público que frequenta a montanha na temporada de inverno.

Vamos cruzar os dedos e torcer que eles consigam concluir este projeto!!! Estou com um sexto sentido que o inverno paulista terá algo diferente a partir deste ano!!!

PS: Vocês sabiam que o Brasil tem uma maior delegação, nas Olimpíadas de Inverno, que o Chile e Argentina, países onde a neve nas montanhas impera no inverno e juntos têm umas 10 estações de esqui?



Interior de SP terá estação de esqui com neve artificial
Serão usadas 5 máquinas capazes de produzir toneladas de gelo por dia. Previsão é que empreendimento comece a funcionar em maio

Neve no Brasil já é algo improvável de se pensar. Mas idealizar no nosso clima tropical uma pista de esqui no gelo ao ar livre seria tema para piada se a empreitada não estivesse se tornando realidade no interior de São Paulo.
Com um investimento inicial de R$ 41 milhões, uma empresa brasileira pretende inaugurar até maio de 2009 em Pindamonhangaba, a 156 km da capital paulista, a primeira pista de esqui na neve permanente do país. O terreno de 3 milhões de metros quadrados, na proximidade do Pico de Itapeva, foi comprado em março deste ano.

Os planos são de erguer nesse espaço um estacionamento com 100 mil metros quadrados de área e capacidade para 4 mil vagas; 20 mil metros quadrados de prédios, entre restaurantes, lojas de conveniência e áreas de apoio (com ambulatórios, camarotes, lojas de aluguel de equipamentos); e 40 mil metros quadrados de neve divididos em três pistas para esquiadores nos níveis iniciante, intermediário e avançado.

Embora a maior parte das construções ainda não tenha começado devido à falta de parte da documentação referente à liberação ambiental, as pistas de esqui já começaram a ser feitas. As cinco máquinas que irão transformar água em neve e forrar a área já estão prontas. Elas usam a tecnologia existente fora do país, mas adaptada para as necessidades locais.

Sobre a neve
A máquina que fabrica a neve das pistas de esqui veio da Bélgica e só utiliza água (100%) e energia elétrica no processo. Não existe manutenção nas pistas, mas duas vezes por dias (três na alta temporada), durante duas horas, as pistas serão fechadas para a reposição da neve.

De acordo com o diretor da empresa, toda neve será reaproveitada. “Teremos um sistema de drenagem, que conduzirá a água derretida para que ela seja filtrada e reutilizada”.“É importante dizer que 100% da água utilizada é reaproveitada”, disse André Mayer Pflug, diretor a SkiClub, empresa responsável pelo empreendimento. Ele conta que o aparelho funciona reutilizando a neve que derrete. Ela é recapturada, passa por filtragem e tratamento e volta a ser transformada me neve. A perda estimada é de apenas 3% com evaporação. Cada uma das cinco máquinas produz 300 toneladas de neve por dia. Para encher todas as pistas, é necessária uma semana de produção do equipamento.

Pflug afirmou que a empresa escolheu Pindamonhangaba devido às condições que o município oferece. “Ficamos 12 anos estudando a instalação do empreendimento em Campos do Jordão e não tivemos sucesso. Aqui em Pinda fizemos todas as análises em menos de um ano e a Prefeitura ofereceu ótimas condições, incentivo e bastante agilidade no processo”, ressaltou o diretor.

O local fica a sete minutos de Capivari e a 35 metros da divisa com Campos do Jordão. “A idéia (para a estação) surgiu por um estudo de mercado feito em Campos do Jordão. Os turistas que freqüentam a cidade só têm o que fazer à noite, mas durante o dia ficam ociosos”, fala Pflug.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Álvaro Staut Neto, a estação de esqui é mais uma conquista de Pindamonhangaba. “Estamos com crescimento acima da média nos últimos anos em todos os setores da economia e a estação é um grande empreendimento turístico e econômico que vem para coroar nossas ações e comprovar que temos ótimas opções para conquistarmos credibilidade do investidor e trazer emprego e renda para a cidade”.
O secretário lembrou que o prefeito João Ribeiro vem buscando alavancar a economia do município em todos os setores. “Ele prioriza o crescimento da cidade e oportunidade para o cidadão. Conduziu as negociações e fez com que os empresários escolhessem Pindamonhangaba por uma série de fatores”.

Vagas de emprego
Mesmo sem a maior parte das obras terem começado, a empresa já deu início à seleção de pessoal para trabalhar na futura estação de esqui. A estimativa, segundo a prefeitura é de que cerca de mil pessoas sejam contratadas, em 40 diferentes cargos. Dos tradicionais serviços administrativos até os postos de operador de niveladora para neve e professor de esqui. Só para auxiliar de esquiadores são 200 vagas.
“Inicialmente estão previstos mil empregos diretos e cerca de 1.500 indiretos. E a perspectiva é de que as agências de turismo e os hotéis da região devam gerar mais mil empregos indiretos nessas atividades, que não pertencem ao empreendimento”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pindamonhangaba, Álvaro Staut.
Segundo o secretário, o cadastro para a seleção dos candidatos já está sendo feito no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT). A partir de janeiro, será feita a seleção para entrevista e, em seguida, o treinamento. A empresa irá contratar ainda jovens de acordo com o programa “Primeiro Emprego” e pessoas da terceira idade, que vão trabalhar na área de turismo receptivo dentro da estação.

“Temos 240 vagas abertas para auxiliar de instrutor de esqui para jovens que buscam o primeiro emprego e eles ainda serão treinados gratuitamente e ganharão curso de inglês ou espanhol”, disse o diretor da empresa, André Meyer Pflug. De acordo com ele, as pessoas devem fazer cadastro no PAT de Pindamonhangaba (avenida Albuquerque Lins, 138) ou enviar e-mail para trabalheconosco@skiclub.com.br.

Detalhes acertados
Após a publicação do decreto de utilidade pública da área, assinado pelo prefeito João Ribeiro, faltam apenas liberações ambientais para o inicio da construção da primeira estação de esqui do Brasil, mas o processo está em andamento. “A diretoria de Meio Ambiente e secretaria de Planejamento estão fornecendo instruções ambientais e legais para que a Skiclub Mirante consiga toda a documentação com os órgãos competentes”, ressaltou Staut.

O diretor Pflug garantiu que: “após as liberações ambientais serão necessários apenas 60 dias para realizar todos os serviços pois foi contratada uma grande construtora”.

No último dia 10, diretores da empresa visitaram a área onde será construído o empreendimento e mostraram a uma equipe da Prefeitura onde serão instaladas as pistas. “O programa tem três fases. Na primeira serão as três pistas de esqui (cada uma com 200 metros de extensão), restaurantes, praças de alimentação, baby and children day care, lojas, estacionamento para mais de 4 mil veículos, além de teleféricos. Posteriormente serão anunciados investimentos para as outras fases”, comentou André Meyer Pflug.

Competições
Pinda deverá receber competições nacionais e até internacionais porque a estação de esqui terá uma área half pipe – destinada a esquiadores profissionais de acordo com normas e especificações da Federação Internacional de Esqui.

Região
A estação de esqui de Pindamonhangaba vai beneficiar outras cidades como Campos do Jordão e Santo Antonio do Pinhal. Na última semana, o prefeito João Ribeiro e sua futura vice-prefeita, a vereadora Myriam Alckmin, que representou a Câmara, encontraram-se com prefeita eleita de Campos do Jordão, Ana Cristina, e explicaram todo o processo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

2010: ano novo, vida financeira nova!

Começou o ano e aposto que muita gente fez desejos de uma vida economica feliz! Bem, eu coloquei em pratica novas formas de lidar com o dinheiro, e para completar achei esta matéria muito boa sobre o temido cheque especial.

Por mais que eu tenha uma taxa de cheque especial super inferior (por causa da empresa - o banco administra tudo da empresa, e os funcionários recebem benefícios), cerca de 3,75% a.m., tenho um valor fixo de limite de crédito na conta, porque assim fujo das armadilhas do banco de sempre aumentar o limite, e instigar a você sempre gastar. Caso você tenha esse tipo de limite, que sempre vai aumentando, converse com o seu gerente e estipule um valor fixo. Você controlar-se-á melhor.

Uma outra mudança que eu fiz, foi usar o cartão de crédito como débito, e assim acumular mais pontos nos planos de milhagem. Como? Para não usar o cartão de crédito como deveria, que é gastar um dinheiro que você terá no futuro (para pagar a fatura), tudo que eu gasto no crédito hoje, no final do dia eu transfiro da conta corrente para uma conta poupança; assim quando chegar a fatura eu já tenho todo o dinheiro, e efetuo o pagamento sem contar com algo que você não tem! Junto com isto, acumulo pontos para o programa fidelidade da TAM (ou outro da preferência).

Fora uma planilha de gastos na conta corrente e no cartão de crédito que está super atualizada, coisa que eu nunca fiz, mas este ano preciso de uma consciência economica/financeira decente.

Fica ai a dica.


Cheque especial não é dinheiro grátis

Cliente bom merece crédito certo? Sim esse é um dos bons motivos para manter as contas em dia e o nome fora dos órgãos de restrição ao crédito. Entretanto a forma como o brasileiro lida com o crédito é preocupante.
Uma das chamadas linhas de crédito, talvez a mais popular delas, se chama “Cheque especial”. Um valor adicional disponível lá em sua conta prontinha para ser utilizada. A falta de organização e o apetite voraz em gastar de boa parte dos brasileiros se casou como uma luva com o dinheiro a disposição.

O Dinheiro é do banco
O que ainda não parece ter ficado claro para as pessoas, é que esse limite não é do correntista, o banco empresta esse dinheiro e cobra (caro) pela sua utilização.
Para ter idéia do quanto esse limite é caro, em média o correntista paga pela utilização do cheque especial cerca de 8,79% ao mês. Muito não é mesmo? Lembre se que a caderneta de poupança (o principal investimento dos brasileiros) não chega a esse percentual nem em um ano.
Fica nítido na comparação acima quem leva vantagem com essa “gentileza financeira”, o Banco.

Se você está com o cheque especial no limite, está mais do que na hora de dar um basta nessa situação, com certeza os juros e taxas que paga poderiam ser utilizados ao seu favor, incrementando sua busca pela independência financeira.

Coloque em prática o planejamento financeiroRespeite seu padrão de vida – Se precisa usar o limite adicional de crédito, está mais do que transparente que seus gastos não condizem com suas receitas. É hora de cortar, buscar alternativas para produtos e serviços mais baratos, negocie.

Não é demérito para ninguém abrir mão de certas mordomias, não existe nada mais reconfortante do que dormir tranqüilo sem pensar em dívidas, ou pior ver todo sua renda destinada para pagamentos.

Vá hoje mesmo ao banco – Fale com o Gerente, não tenha medo, diga que não quer mais o serviço de Cheque especial (especial para quem ?!?). Diga que quer negociar a dívida atual (se esse é o seu caso) e quer financiar a dívida através de outra linha de crédito, um empréstimo pessoal em média custa a metade da taxa do cheque especial.
Lembre que o Gerente é um funcionário muito profissional e bem preparado a serviço do banco e em muitas vezes o papel dele será de tentar convencê-lo a manter o serviço.
Não faça rodeios, use de bom senso e não se abata com argumentações, pense que seu futuro financeiro não permite desperdícios. Seu dinheiro merece respeito. Coragem!

Armadilhas de crédito
O crédito se mal usado pode causar um transtorno para a vida das pessoas, no mínimo utilizar o cheque especial é atestado de desinformação, afinal existem muitas outras formas de crédito mais baratas.
Moral da história, ter a disposição um serviço bancário que o nome conceda certo status, não significa ele seja bom, quem realmente é inteligente foge do que é muito fácil e das dificuldades tira várias e importantes lições.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Reconhecimento. Boa Sorte!

Continuando os posts de quarta-feira, onde eu mesclo assuntos de corporativismo, funcionalismo público e privado...

O assunto de hoje assola muita gente no início do ano: Reconhecimento. E reconhecimento que é atrelado sempre a um bonus ou aquela esperada promoção no inicio do mês.

Achei um texto excelente sobre isso, que explica tudo o que eu falo hoje na empresa aos meus colegas. Pois, quando houve a distribuição de bonus e promoções esse ano, teve gente reclamando ao extremo e eu logo avisei: "quando eu falar para vocês repensarem em fazer da hora extra uma regra em vez de exceção, e achar normal vir de sábado e feriado na empresa, lembrem da revolta que vocês estão se sentindo hoje."

Porque as pessoas acham que doar 130% à empresa da sua vida resolve alguma coisa. Muita gente aqui sai todo dia as 20h, 20h30 e vem todo sábado; e por mais que a empresa pague horas extras centavo por centavo, dinheiro não é tudo nessa vida, dinheiro não mexe no psicológico empregatício.

Fica ai a dica.


Reconhecimento do Trabalho

Minha empresa adota um sistema de avaliação em que, obrigatoriamente, 20% dos funcionários devem ser classificados como “excelentes” e 10% como “abaixo do padrão”. O restante fica entre o “bom” e o “razoável”. Neste ano, nós superamos todos os objetivos, e a empresa teve um lucro enorme. Mesmo assim, 10% dos que deram o sangue pela causa precisam levar o rótulo de “abaixo do padrão” e não vão ganhar bônus por causa disso. Esse sistema é justo?Emanuel T.

Tecnicamente, sim. Não existe uma organização, seja ela uma empresa, seja um time de futebol ou um exército, em que todos os participantes executam suas funções com o mesmo apuro, o mesmo entusiasmo e o mesmo companheirismo. No caso de sua empresa, o “abaixo do padrão” não significa que os 10% sejam péssimos funcionários. Ao contrário, eles são bons, mas há 90% que são melhores. Cabe ao chefe, a quem compete comunicar o resultado da avaliação, explicar isso aos 10%, para que eles não fiquem revoltados. E cabe também ao chefe defender as regras do jogo, porque elas serão as mesmas no ano que vem.

O que vale mais? Ser eficiente ou ser amigo do chefe? Porque, na minha empresa, só os cupinchas são promovidos. - Glória

Em sua empresa, Glória, evidentemente vale mais puxar o saco do chefe. Mas, pelo tom de sua pergunta, você não está disposta a seguir esse caminho degradante. Partindo do princípio de que essa situação não vai mudar tão cedo, saia antes que seja tarde. Ficar aí só vai lhe causar frustrações e dissabores, além de retardar sua carreira. Deixe o puxa-saquismo para quem não tem competência para ser eficiente.

Nunca fui de ficar me gabando de coisas que sou pago para fazer. Mas minha empresa, infelizmente, tem dado mais oportunidades para colegas de bico-doce que para pessoas sérias que executam seu trabalho. Como reverter isso? - C. Mello

Imagino que você não esteja supondo que “reverter” signifique que sua empresa mudará a cultura interna da noite para o dia. Uma pessoa que se gaba de algo que não fez é mentirosa. Uma pessoa que se gaba excessivamente do que faz é mascarada. Uma pessoa que divulga e enfatiza o que faz, de modo a seu trabalho ser percebido e reconhecido, está no caminho certo. Se sua empresa estiver enquadrada nas duas primeiras opções, você está no lugar errado. Se estiver na terceira, você está no lugar certo, mas não está sabendo utilizar uma ferramenta vital: o marketing pessoal. Ele dá visibilidade a quem tem substância e gera consideração dos chefes sem necessidade de puxa-saquismo.


Nas promoções, minha empresa adota o preferencialismo, privilegiando os incompetentes. - Josué

Nunca tinha ouvido esse neologismo, Josué. Mas, se sua empresa não está mesmo disposta a adotar o diferencialismo, privilegiando o mérito, você pode adotar o desistencialismo, pedindo o boné.


Fui um dos primeiros profissionais de Call Center no Brasil (na época, as pessoas ainda pronunciavam “cal” center). Trabalho já há 12 anos como atendente, mas todo esse tempo nada significou em termos de crescimento profissional. Quando concorro a uma nova vaga, as empresas estão preocupadas apenas em pagar pouco, o que me faz ter o mesmo valor de um jovem de 18 anos, sem nenhuma experiência. Não há algo de errado nisso? - Márcio

Muita gente ainda pronuncia “cal”, Márcio. Mas essa área é uma das que exigem menos pré-requisitos dos candidatos porque o trabalho é fácil de aprender. Centrais de atendimento são ótimas para iniciar carreira. Mas não para construir uma, porque o valor de um atendente não varia conforme o tempo de casa, e o número de vagas de supervisão é baixo (uma para cada 60 atendentes). Exatamente por isso, esse é um dos setores com maior rotatividade, e a idade média dos atendentes não chega aos 24 anos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O sorvete (psicologicamente) sem culpa

Presente nos quatro cantos do mundo (EUA, Canadá, México, Filipinas, Malásia, Indonésia, Emirados Árabes Unidos, Taiwan, Vietnã e Taiti), é a hora do Brasil ganhar uma loja de frozen yogurt à quilo. Passei semana passada na loja e hoje novamente fui rendido a provar outros sabores. O Frozen Yogurt é um alimento saudável, rico em cálcio, com baixo teor calórico, baixos níveis de gordura e auxilia na digestão, como o título do post, é o sorvete psicologicamente sem culpa.

A fórmula é simples, você chega, escolhe o pote no tamanho da sua vontade, serve de quantos sabores quiser, coloca a vontade os toppings disponíveis, pesa e pronto! A loja é extremamente limpa e lembra um ambiente leve, clean e confortável; inclusive possui alguns bancos caso você queira sentar e provar o seu frozen de papo pro ar.

Se você quiser provar os sabores antes de colocar na tigela, a loja gentilmente fornece copinhos plásticos para você experimentar essa novidade. E realmente que novidade! Sabores diet sem gosto de diet, sabor de yogurt natural sem aquele amargo, sabores inusitados como amendoas (o meu preferido), blueberry e limão siciliano. Difícil escolher, dá vontade de pegar um pouco de tudo!

O preço não é salgado e nem tão barato, é mediano para uma sobremesa ou um refresco no calor! 100g custam R$ 5,50 e pode ser pago com cartões de crédito (Visa/Master), débito (Redshop ou Visa Electron) ou dinheiro. Os funcionários muito bem treinados, ajudam os clientes mais desajeitados e dão dicas de sabores. Todos os meses a loja dispõe de 2 sabores novos e na parte final antes do caixa, o cliente pode colocar diversos toppings como frutas naturais picadas diariamente (amora, lichia, pessego, entre outras), caldas (chocolate, chocolate diet, morango, maracujá e outras) e farelos (castanha de caju, negresco picado, bolinhas de chocolate).






Vale a visita e a refrescância!

SERVIÇO:
Tutti Frutti Frozen Yogurt
http://www.tfyogurt.com.br/
Shopping Morumbi - Piso Superior - Loja 29A-S - São Paulo
(ao lado do Cine TAM e do Mc Donald´s do piso superior)
Tel: (11) 5189-6697

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Restaurant Week São Paulo 2010

Está na hora de mais uma semana de gastronomia em São Paulo. Como postado na semana de inverno 2009 aqui, a lista de participantes nesta edição já saiu; agora basta você programar as melhores opções para degustar, a um preço bem acessível, a boa gastronomia paulistana.

Para conferir se o seu restaurante escolhido participará desta semana gastronomica no almoço, jantar ou ambos, acesse o site que está no final do post.

Abaixo está o calendário do evento este ano. Aos poucos, assim que sair a lista dos restaurantes participantes, farei o post para cada cidade.

Brasília

De 19 de julho a 01 de agosto de 2010

São Paulo
De 01 a 14 de março de 2010 e
De 30 de agosto a 12 de setembro de 2010

Vitória
De 01 a 14 de março de 2010

Rio de Janeiro
De 10 a 23 de maio de 2010 e
De 18 a 31 de outubro de 2010

Pernambuco*
De 15 a 30 de março de 2010
(*Recife, Porto de Galinhas Gravatá)

Curitiba
De 31 de maio a 13 de junho de 2010

Recife
De 09 a 22 de agosto de 2010

Belo Horizonte
A definir

Porto Alegre
A definir




Abraços e bom apetite!


São Paulo Restaurant Week - 2010
Mais uma maratona gastronômica se inicia para os apreciadores da boa culinária.
O Restaurant Week é um dos mais importantes eventos gastronômico do mundo e vem ganhando força no Brasil a cada ano. Nasceu em Nova Iorque em 1992 e hoje acontece em mais de 100 cidades de diversos países.
São Paulo possui uma das melhores gastronomias do mundo e é reconhecida internacionalmente por abrigar excelentes restaurantes nos quais se pode apreciar o melhor da culinária mundial. A 6a. edição do Restaurant Week, que acontece entre 1 a 14 de março será mais uma oportunidade para os apreciadores degustarem excelentes opções de menus de renomados restaurantes, em diversas regiões da cidade.
Esta edição paulistana do evento chega prometendo superar as mais positivas expectativas do público e proprietários de restaurantes. São 200 restaurantes participantes que aceitaram o desafio de criar menus especiais e diferenciados com entrada, prato principal e sobremesa com valores acessíveis e fixos para todos os restaurantes: R$ 27,50 no almoço e R$ 39,00 no jantar.
A novidade deste ano são as sugestões de harmonização de cervejas com o menus dos restaurantes, criadas pela Beer Somelier da cerveja Baden Baden, patrocinadora do evento, Nos restaurantes participantes haverá sugestões de harmonização com diferentes estilos da cerveja da Schincariol. O evento SPRW conta ainda com o patrocínio da Sodexo e com o apoio da Prefeitura de São Paulo, SP Turis, Nespresso e Azeite Andorinha.
Um importante objetivo do SPRW, além de democratizar o acesso à alta gastronomia, é o de contribuir socialmente para a comunidade. Por isso, o público é incentivado a fazer suas doações em cofrinhos espalhados por todos os estabelecimentos, destinados a Fundação Ação Criança.
Esta é uma oportunidade única de conferir os variados menus a disposição dos gourmets em 200 restaurantes de uma das grandes capitais da gastronomia mundial.

Entre no site e veja os restaurantes participantes.

Fonte: Restaurant Week

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O deserto úmido de São Paulo

Alto verão, temperaturas insuportáveis na casa dos 33°C. Para quem vive nesta cidade de 12 milhões de habitantes sabe que esta temperatura é próxima do surreal. Não há ventilador que ventile direito e o paulistano não é adepto a ter A/C em casa (nunca precisou mesmo...).

Praia? No mínimo 70km até Santos, e ai eu deixo os cariocas cairem na gargalhada, porque pelo menos na capital fluminense as pessoas podem ir à praia para refrescar-se.

O que resta em São Paulo? Achar algum lugar que faça diminuir esse calor e que não seja o ar condicionado do shopping mais próximo.

Definitivamente, eu não nasci para viver acima dos 20°C.


Veja dez dicas de onde se refrescar em São Paulo

Para os que não têm a sorte de morar no litoral ou não contam com piscina em casa ou no condomínio, preparamos uma lista com 10 dicas de onde nadar e aproveitar o calor se divertir em São Paulo. Das piscinas públicas gratuitas ao day use de hotéis sofisticados, ninguém vai ficar sem se refrescar neste calor!

Veja abaixo:

Clube Escola Pacaembu
O Pacaembu não é só futebol. Dentro do estádio funciona um complexo esportivo que atende o morador de São Paulo de forma gratuita e reúne ginásios, quadras e piscina olímpica aquecida. O exame médico e a confecção de carteirinha também são gratuitos. Para poder usá-la é necessário associar-se ao Pacaembu, morar próximo ao Estádio e ir pessoalmente a sua secretaria, de terça a sexta-feira, das 9h às 16:45h, e aos sábados, domingos e feriados das 9h às 13:00h, levando uma cópia do RG, comprovante de residência e uma foto 2x2. Menores de idade devem levar também uma autorização dos pais ou responsáveis. O acesso à secretaria é pela Rua Capivari, s/n - portão 23. O telefone é o (11) 3664-4650 e o e-mail é o semepacaembu@prefeitura.sp.gov.br.

Clube Escola Cambuci
O local possui três piscinas: uma semi-olímpica (exclusiva para aulas), uma infantil e outra em formato de feijão. Para utilizar o espaço gratuitamente é preciso fazer uma carteirinha (levando foto 3x4, documento e comprovante de residência) e exame médico. O "balneário", como é chamado pelos vizinhos, fica na Av. Lins de Vasconcelos, 804, no Cambuci. O telefone é (11) 3209-0995. Funciona de terça à domingo, das 9h às 17h. Para saber a localização do Clube Escola mais próximo de sua residência clique aqui.

Sesc Itaquera
Um dos parques aquáticos mais conhecidos de São Paulo, conta com 5.000m² de espelho d´água em diferentes níveis com correnteza, borbulha, cascata e chafariz além de oito toboáguas e solário. Para o acesso ao parque aquático é obrigatório fazer um exame médico e estar de traje de banho. A unidade conta com lanchonete. Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1.000, telefone (11) 2523-9200. Horário de funcionamento: quarta a domingo e feriados das 9h às 17h. Preços: ingressos - R$ 1 a R$ 7 (grátis p/ comerciários e matriculados no Sesc); exame médico válido p/ o dia - R$ 3 a R$ 6. www.sescsp.org.br/sesc

Sesc Interlagos
Formado por uma área de 500.000m², a unidade Interlagos do Sesc conta com 3 piscinas e solário. Obrigatório exame dermatológico para acesso às piscinas. Horário de funcionamento: quarta a domingo e feriados, das 8h30 às 17h. Av. Manuel Alves Soares, 1100, Parque Colonial. Telefone: (11) 5662-9500 www.sescsp.org.br/sesc

Clube Piratininga
O tradicional Clube Piratininga, que fica em Santa Cecília, conta com duas piscinas (adulto e infantil) no terraço do clube e uma vista privilegiada. Pagando uma taxa de R$ 15 por pessoa, é possível desfrutar delas o dia inteiro, é só levar o exame médico ou fazer por lá mesmo. Há serviço de bar e garçons atendendo na piscina. Horário de funcionamento: 8 às 18h, só não abre às segundas-feiras. O clube fica na Al. Barros, 376, telefone: (11) 3825-1211. http://www.clubepiratininga.com.br/

Clube Plêiades Parque Aquático
O clube fundado em maio de 1967, está localizado a margem da rodovia Fernão Dias, Zona Norte de São Paulo e rodeado pela Serra da Cantareira. Seu parque aquático tem seis piscinas, sendo uma com 2.000m2, 1 mini aquático infantil, 4 toboáguas, free fall, cachoeiras artificiais e kamikaze. Os não-sócios podem adquirir passaportes diários que custam entre R$ 15 e R$ 20,00. Só é permitido o uso da área das piscinas, restaurante e lanchonete. Rodovia Fernão Dias São Paulo-SP, a 15 minutos da marginal Tietê, telefone: (11) 2147-9999. http://www.clubepleiades.com.br/

Grand Hyatt
O Hyatt oferece um programa de day spa por R$ 80, que inclui o uso do fitness center, sauna úmida, piscinas interna aquecida e externa com deck para sol durante todo o dia. Armário, toalhas e roupões estão à disposição e se desejar, é possível desfrutar de 20% de desconto em qualquer tratamento do spa. Horário: 2ª a 6ª – das 6h às 22h, sábado e domingo - das 7h às 21h. Telefone: 0800-8801234. Av. das Nações Unidas, 13301, Brooklin Novo, telefone: (11) 2838-1234. http://www.saopaulo.grand.hyatt.com.br/

Hilton Morumbi
No day use do Hilton, com uma taxa de R$ 80 (durante a semana) e R$ 50 (nos finais de semana), é possível utilizar a piscina, sauna, academia (com professor) e jacuzzi. Av. das Nações Unidas, 12901, Brooklin Novo, telefone: (11) 2845-0000. http://www.hilton.com/

 Estamplaza Ibirapuera
O day use custa R$ 164 por pessoa. O visitante pode utilizar apartamento, piscina, sauna, academia e sala de leitura por até seis horas dentro do horário comercial. Av. Jandira, 501, Moema, telefone: (11) 5095-2800. http://www.estanplaza.com.br/

Blue Tree Towers Morumbi
O hotel cobra R$ 189 por casal mais uma criança de até 6 anos pelo sistema day use. Além de piscina, é possível usar o apartamento, sauna, hidromassagem e academia por até seis horas. Av. Roque Petroni Junior, 1000, Brooklin, telefone: (11) 5187-1200. http://www.bluetree.com.br/

Fonte: UOL

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Uma hora a menos! Ou seria a mais?

 Acabou a mamata, acabou a inveja daquelas pessoas que voltam para casa no fim da tarde passando pela orla bombando com o sol das 19h30.

Eu gosto do horário de verão, porém este ano o verão exagerou, então nao vejo a hora do inverno chegar !!! Já economizamos energia demais, segundo o governo ultrapassamos a meta, mesmo ligando o A/C todos os dias e batendo recordes de consumo...

Hoje, às 00h, o Brasil volta a ter somente 3 fusos: GMT-2 (Fernando de Noronha), GMT-3 (Regiões Sul, Sudeste, Nordeste e GO, DF, PA e AP - este é o horário de Brasília) e GMT-4 (Estados MT, MS, AM, AC, RR e RO). E 00h de domingo vira 23h de sábado, 1h a mais de descanso ou 1h a mais de balada, como preferir!
* GMT é o horário padrão, a 00h do mundo, o do meridiano de Greenwich. Exemplo: quando Londres (GMT+0) é 00h, em Brasília são 21h (do dia anterior).

Enfim, o ano começou!!! E com certeza já terminará. Copa do Mundo, Eleições, e feriados prolongados (já viram que os feriados de 2010 caem na terça ou segunda/sexta?). Em breve farei o post de Natal se continuar o ano nesta velocidade.

Hoje é último dia do horário de verão; relógios devem ser atrasados

Em vigor desde outubro de 2009, o horário de verão termina à 0h deste domingo (21). Os relógios devem ser atrasados uma hora.

A medida atinge três regiões do país. Além do Distrito Federal, são dez Estados afetados --Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O principal objetivo do horário de verão é reduzir o consumo de energia elétrica. Desde 2008, decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabelece datas fixas para o início e término do horário de verão. Antes, anualmente, era publicado um decreto para definir o período da mudança.

De acordo com o decreto, a mudança no horário ocorrerá, todos os anos, no terceiro domingo de outubro e terminará no terceiro domingo de fevereiro. Se a data coincidir com o domingo de Carnaval, o final do horário de verão é transferido para o próximo domingo.



Fonte: UOL

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Chefe crítico é mais importante na carreira do que o chefe omisso

Em nossa carreira profissional sempre temos um chefe que lembramos positivamente por toda vida. Copiamos e tentamos ser igual ele, pois ao nosso modo era como um chefe tinha que se comportar. Eu mesmo, sigo muito do que fazia um dos meus primeiros gerentes e até hoje mantenho contato com ele, tamanho profissionalismo e coaching. Ele era crítico, nada omisso e interessado em tudo que está a sua volta.

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 28/10/2009, sobre dois tipos de chefes: aquele crítico e o calado, e qual dos dois é melhor para a carreira




Chefe crítico é mais importante na carreira do que o chefe omisso


"Tenho um chefe que me critica muito", escreve uma ouvinte. "Parece que tudo o que eu faço está errado. E tudo o que eu não faço, também. Estou trabalhando com ele faz dois anos e não recebi um só elogio até hoje. Será que eu sou mesmo tão incompetente?"


Claro que não. Se você fosse, seu chefe já teria dispensado você há tempos.

Lá no comecinho da minha carreira, eu tive um chefe exatamente assim. Ele tinha uma enorme facilidade para encontrar erros nos trabalhos que eu executava. Eram erros pequeninos, insignificantes, e que não tinham qualquer influência no resultado final.

A cada crítica dele, eu ficava mais exasperado, para usar uma palavra bonita que eu nem conhecia na época.

Quando esse chefe foi substituído por outro, eu soltei rojões de tanta alegria. Eu acreditava que qualquer chefe seria melhor e fiquei ainda mais feliz ao perceber que o novo chefe era o oposto do chefe boquirroto: ele era calado. Tudo o que eu queria na vida. Ou pelo menos, tudo o que eu pensava que queria na vida.

Levei um mês para entender que havia uma coisa pior do que a crítica sem fundamento: o silêncio sem sentido.

Como meu chefe nunca dizia nada, eu não sabia o que ele pensava de mim. Se eu caprichasse ou não, a reação dele era a mesma. Cheguei a perguntar se ele estava satisfeito com meu trabalho, e ele me disse que não respondia a esse tipo de pergunta.

Menos de seis meses depois, o meu chefe anterior, o crítico paranóico, me convidou para voltar a trabalhar com ele. Fui correndo e nunca me arrependi. Não é que eu apreciasse críticas, muito pelo contrário. É que eu preferia ouvir alguém me dizer que eu estava pisando errado do que ficar sem saber onde eu estava pisando.

É claro que o chefe ideal não é nenhum dos dois. É aquele que dá orientações, estimula o subordinado e mais todas aquelas coisas que compõem o manual do bom chefe. Só que nem sempre, ou quase nunca, o subordinado tem o arbítrio da escolha do chefe. E quando não dá para ter aquilo que queremos, a solução é extrair o melhor daquilo que temos.

O chefe crítico de nossa ouvinte será mais importante para a carreira dela, do que seria um chefe distante e omisso. Não é fácil aturar o chefe crítico todos os dias. Mas isso passa. Por trás do falatório dele há lições, certas ou erradas, que serão úteis para toda a carreira.

Já o chefe omisso é como um livro com uma capa atraente. E com todas as páginas em branco.
 
Fonte: Max Gehringer, para CBN, e Blog Estou Sem

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A cédula do real mudou e, desta vez, sem corte de zeros

Diferentemente das ultimas mudanças economicas que tivemos, sempre cortando três zeros devido a um novo plano econômico atrelado à criação de uma nova moeda - Cruzado (Cz$) para Cruzado Novo (NCz$), Cruzado Novo (NCz$) para Cruzeiro (Cr$), Cruzeiro (Cr$) para Cruzeiro Real (CR$) - desta vez o governo moderniza as cédulas, lembra coerentemente dos deficientes visuais (cada cédula terá um tamanho diferenciado), leva a moeda à semelhança do Euro e não corta zero algum.

O Real (R$), a moeda mais forte e estável da América Latina, ganhou ontem novas cédulas de 100, 50, 20, 10 e 2 reais, que serão postas em circulação e repostas gradativamente. A cédula antiga continua valendo e aos poucos vai saindo de mercado, a mesma coisa que ocorreu com a cédula de 1 real em troca da nova moeda (alguem tem uma cédula de 1 real ai?).

Este será o cronograma de reposição e no final do post as novas vedetes do mercado economico brasileiro.
  • R$100 e R$ 50 - 2010
  • R$ 20 e R$ 10 - 2011
  • R$ 5 e R$ 2 - 2012
Gostei. Seria uma preparação para a década da virada? Acredito que a próxima década (2011 a 2020), com Copa, Olímpiadas, pré-sal, atividade industrial borbulhando e o consumo aumentando nas classes de base, o Brasil entre, respeitosamente, para o hall das grandes potências mundiais.


Novas cédulas são mais seguras e seguem padrão internacional, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta na quarta-feira que as mudanças nas cédulas do real foram feitas por segurança contra falsificação e para acompanhar a tendência de outros países. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, reforçou a necessidade de atualização tecnológica e disse que, apesar das mudanças, foram preservadas as características das cédulas.


A troca das cédulas antigas pelas novas, segundo Meirelles será feita "naturalmente", de acordo com o desgaste das primeiras. "As duas famílias --a velha e a nova--, vão conviver. Não é necessário que a população vá ao banco trocar as notas", afirmou o presidente do BC.

A nova série de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuarão a valer até a substituição integral.

"[A mudança] é necessária porque temos que emitir cédulas que sejam mais seguras, que possam evitar procedimentos de falsificação que podem ocorrer com cédulas mais simples", afirmou Mantega. "Estamos emitindo cédulas de ultima geração que são compatíveis com as mais modernas do mundo, como o euro e o dólar".

O presidente do BC afirmou que as novas notas de R$ 50 e R$ 100 serão as primeiras a circular, no primeiro semestre.

"Quando o real foi introduzido, em 1994, isso foi feito de uma forma rápida, portanto o projeto de consolidação e emissão de uma moeda agora com características de longo prazo é natural", afirmou Meirelles.

As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança como a marca d'água foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação.

Nas notas de R$ 50 e R$ 100 foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação existentes.

O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central e pela Casa da Moeda do Brasil. As notas atenderão ainda a uma demanda dos deficientes visuais, já que poderão ser identificadas por seus tamanhos diferentes e terão marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às já existentes.
A Casa da Moeda modernizou seu parque fabril para poder produzir as novas moedas. Com isso, de acordo com o Banco Central, o órgão tem tecnologia para imprimir hoje qualquer moeda existente no mundo, incluindo o dólar e o euro.

Mudanças
As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.
A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal --a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.

No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.

FONTE: UOL

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Profissionalmente, somos o que os outros enxergam em nós

Sabe aquela frase: "A primeira impressão é a que fica"? Siga-a sem precedentes.

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 04/12/2009, sobre a imagem profissional.



Profissionalmente, somos o que os outros enxergam em nós

"Vivo uma situação que não consigo entender", escreve um ouvinte. "Já passei por três empregos e não permaneci em nenhum deles por mais de seis meses. Tenho uma boa formação, não faço piadinhas, concentro-me em meu trabalho, mas... sei lá. Por algum motivo, parece que as pessoas criam uma imagem que não condiz com o que eu sou na realidade. Uma imagem meio negativa, que só vai piorando, até que eu acabo sendo dispensado, não pelos meus resultados, mas pela percepção errada que as pessoas têm de mim. Você já viu algum caso parecido com o meu?"


Sim, vi pelo menos uns cinquenta, ao vivo e em cores. Vou lhe contar um deles.

A empresa em que eu trabalhava contratou um novo gerente. E ele foi apresentado a todo o grupo gerencial, numa reunião geral em que eram discutidos os resultados do mês anterior. Estavam na sala os trinta principais gestores da empresa. E de repente, o presidente entra na sala, acompanhado pelo novo gerente.

Como é praxe nessas ocasiões, o presidente falou muito bem do nosso novo colega, e passou a palavra a ele, que começou a explicar o que esperava conseguir de prático em sua função. Nesse momento, eu olhei para o lado e vi que meus colegas também estavam olhando uns para os outros. Aquele gerente ficou apenas quatro meses na empresa.

Anos depois, eu me encontrei casualmente com ele. E ele me disse que nunca tinha conseguido entender porque havia sido dispensado em tão pouco tempo. E eu disse para ele: "Você não falou 'bom dia'". Ele fez uma expressão de absoluta surpresa e só conseguiu dizer: "Huuuh?" Eu tentei explicar: "Como é que você chega num lugar que não conhece ninguém e nem sequer cumprimenta os presentes?"

Pode ter sido por emoção, nervosismo, esquecimento, autosuficiência ou qualquer outro motivo. Mas naquele momento, todo mundo ali na sala decidiu, corretamente ou erradamente, tanto faz, que o novo gerente não seria um bom companheiro.

O nosso ouvinte já viveu a mesma situação por três vezes. Os primeiros minutos e os primeiros contatos no novo emprego são determinantes. E uma coisa em especial cativa os novos colegas: humildade.

O gerente não concordou com a minha explicação e o nosso ouvinte, possivelmente, também não concordará. Mas é isso mesmo. Pessoalmente, nós sabemos o que somos. Profissionalmente, nós somos o que os outros enxergam em nós.
 
Fonte: Max Gehringer, para CBN, e Blog Estou Sem