quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Desempacotamos o Caribe

Uma ótima matéria saiu no blog do Ricardo Freire, que passo para cá.

Já falei várias vezes o quanto o brasileiro está com dinheiro crédito fácil e o quanto os aeroportos internacionais estão abarrotados no período de férias. Este post é mais uma ajuda aos que querem, um dia, conhecer praias de areias fofas e mar de cor feia (rsrsrs). Não façam comparação com o nordeste brasileiro, há suas diferenças, a principal, que não podemos chamar de Caribe.

Esta rota passará o reveillon por lá. Escolhemos Cancun pelas festas intermináveis como se não houvesse amanhã, pelos mega-resorts e por ser um lugar que, ao mesmo tempo, agrada solteiros (hummmm) e casais. Pacote foi bem básico: US$ 2000 (R$ 3520) por: passagem aérea ida e volta GRU-MEX-CUN pela Aeromexico, 6 noites de hospedagem All Inclusive no hotel-resort-spa 5 estrelas Gran Caribe Real, sendo que o All inclusive abrange os 8 bares do hotel, os 8 restaurantes dentro do resort, frigobar, room service e ainda ganhar de mimo um dispenser, no quarto, com 4 garrafas (vodka, whisky, rum e tequila).

Mas o mundo não vive só de festa e álcool, e o Caribe oferece tudo o que você pode imaginar.


CARIBE PARA PRINCIPIANTES

Com cada vez mais ilhas servidas por vôos diretos, tanto regulares quanto fretados, o Caribe se consolida como a nova fronteira para as férias na praia do brasileiro. Mais até do que o mar azul-bebê, o que nos atrai é a novidade. Na cabeça do brasileiro, as ilhas do Caribe são um arquipélago com o formato de um ponto de interrogação. Para facilitar a vida dos candidatos a viajar pela região, compilei as perguntas mais frequentes que me fazem sobre o Caribe. Originalmente publicado, em versão reduzida, na minha página Turista Profissional do suplemento Viagem & Aventura do Estadão, que sai todas as terças.

Precisa visto?


Só para o México (o visto americano válido também é aceito, leia aqui), Cuba (obtido na compra do pacote ou solicitado junto ao consulado) e para os territórios dos Estados Unidos no Caribe, como Porto Rico e Ilhas Virgens Americanas. O território francês de Guadalupe, onde estão St.-Martin e St.-Barthélemy, não exige mais visto de brasileiros desde outubro de 2009.

Precisa vacina contra febre amarela?


Se você fizer conexão na Cidade do Panamá, em Bogotá ou Caracas, vai precisar. Barbados tem legislação dúbia, que exige a vacina de brasileiros provenientes de regiões onde a febre amarela é endêmica. St. Maarten também está exigindo, porque o vôo para lá faz escala em Manaus. Na dúvida, sempre é bom ter o certificado em dia. Lembre-se de que a vacina só vale dez dias depois da aplicação (e então permanece válida por dez anos) e lembre-se de validar no guiche da ANVISA no aeroporto antes de viajar.

Precisa fazer câmbio?


Com exceção de Cuba, o dólar é moeda corrente em todos os lugares turísticos do Caribe. O troco normalmente vem na moeda local. Na maioria dos países os caixas automáticos inclusive dão a opção de fazer saques em dólar. Cartões de crédito têm larga aceitação. Caso você vá para Los Roques, saiba que na Venezuela o câmbio negro é praticado abertamente e chega a pagar o dobro da cotação oficial.


Precisa falar inglês?


Nosso portunhol é relativamente bem entendido na República Dominicana, em Cuba, no México, na Colômbia, na Venezuela, em Aruba e Curaçao. Em St. Maarten e Barbados, um pouco de inglês é bom para evitar mal-entendidos. Tanto na parte francesa de St.-Martin quanto em St.-Barth o inglês é compreendido e falado por todos.

Precisa carro?


Em St. Maarten, Curaçao e St.-Barth é fundamental. Em Cancún, permite que você passeie por conta própria. Em Aruba dá uma mobilidade extra, mas não é imprescindível. Em Barbados, a independência vem com um problema: dirigir na mão inglesa em estradas acanhadas. Em Playa del Carmen só é necessário para os dias de passeios. Em Cuba é uma aventura (poucos postos de gasolina, muitos cubanos pedindo carona). Em Punta Cana é praticamente inútil (e não se preocupe, há fartura de táxis. O preço é tabelado, há um guichê no aeroporto e nos hotéis é só pedir para o mensageiro, que ele chama por telefone.)

Precisa carteira internacional de motorista?


As locadoras nunca pedem. É bom fazer a sua para eventuais problemas com a polícia (talvez não nessa, mas em outras viagens). Em Barbados a locadora emite uma carteira local temporária por US$ 10. Saiba mais aqui.


Qual é a melhor época?


O tempo é mais firme e a temperatura mais amena entre dezembro e abril. Em maio o clima começa a ficar mais úmido, as temperaturas sobem e as chuvas são mais freqüentes, por isso os preços caem.

E os furacões?

Podem ocorrer entre agosto e novembro (com exceção de Aruba, Curaçao, Los Roques e Cartagena; Barbados e San Andrés tampouco vêem furacões há muitos anos). A probabilidade de pegar um é mínima – e compensada pelos preços bastante em conta desta época. Saiba mais aqui.

O mar é bonito mesmo?


Todo o Caribe vendido no Brasil tem praias consistentemente mais bonitas do que as nossas, no quesito cor da água e transparência. A areia branca dessas ilhas é que dá a coloração azul-bebê característica da região. A transparência/cristalinidade varia de acordo com a época, com a quantidade de luz, com as condições atmosféricas, com o vento, com a ocorrência ou não de chuva nos dias anteriores, com a posição do sol, com a posição do observador. É muito difícil para um fotógrafo amador captar a transparência da água sem polarizador e sem paciência para encontrar o ângulo exato em que a cristalinidade é revelada. Não espere encontrar o tempo inteiro a água quase incolor vista de fotos aéreas. O mágico do mar do Caribe é o azul-bebê. Uma vez dentro d’água você sempre vai ficar encantado com a transparência e a visibilidade.


Como é a temperatura da água?


Morna no meio do ano (mas menos morna que no Nordeste) e um pouquinho fria no fim do ano (mas menos fria que no Rio e em Santa Catarina).

Tem muitos passeios?

No seu hotel haverá guichês de agências locais com os catálogos. Quase tudo pode ser arranjado de um dia para o outro. Cancún, Playa del Carmen e Barbados têm os passeios mais diversificados. Fãs de arquitetura colonial vão curtir Havana, Cartagena e Curaçao. Para mergulhar os destinos top são San Andrés, Bonaire, Cozumel, Los Roques, Curaçao e St. Maarten.

Tem agito?


Cancún e sua vizinha descolada, Playa del Carmen, são imbatíveis neste quesito. A noite tem algum apelo para solteiros em Cartagena, Barbados e Curaçao.

É bom para ir com crianças?


O mar é propício para crianças em todo o Caribe oferecido no Brasil (evite apenas a parte de baixo da zona hoteleira de Cancún, que tem mar perigoso). Você encontra resorts superequipados em Punta Cana e na Riviera Maia (ao sul de Cancún). A hotelaria de Aruba também é bem preparada para satisfazer as expectativas de famílias brasileiras.


É mais caro do que o Nordeste?


É. Não se iluda com os pacotes mais em conta — normalmente são chamarizes e oferecem hotéis bastante inferiores aos que você escolheria no Nordeste. Na baixa temporada (maio a novembro) você vai encontrar preços bons até em ótimos hotéis, mas leve em consideração que é a época mais sujeita a chuvas, e que de agosto a novembro há risco de furacão — o que leva os hotéis a baixarem violentamente os preços (coisa que o nosso Nordeste poderia fazer na nossa temporada de chuvas, entre maio e julho).

Gastos extras: conte em pagar pelo menos 3 dólares por cerveja long-neck ou refrigerante (a cerveja pode chegar a 5 dólares em alguns lugares). O preço das refeições, em todas os gêneros de restaurantes, do fast food aos mais sofisticados — regula mais com São Paulo e Rio do que com o Nordeste. Com o agravante de que não dá para dividir pratos. Os lugares mais em conta são Cancún, Playa del Carmen & Riviera Maia e St. Maarten.

Os passeios também são bem carinhos — você vai encontrar alguns de 40 dólares, mas a maioria começa em 60 dólares, e muitos custam de 100 dólares para cima.

Como são as compras?

O comércio nas ilhas é voltado para o turista americano. Por isso é especializado em tudo o que é altamente taxado nos Estados Unidos: jóias, relógios, cosméticos, perfumes e roupas de grife. O único lugar onde comprar eletrônicos é interessante é o Panamá; se a renovação do seu equipamento fizer parte do seu plano de viagem, programe uma paradinha na Cidade do Panamá na volta. Ou vá via Miami.

Fonte: Viaje na Viagem

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pelos olhos desta rota

A ideia é antiga, porém cada vez mais incentivada por um amigo, começamos a postar fotos no Flickr. São fotos por onde esta rota passou, e que podem sugerir, a muitos que nos visitam, imaginar as próximas ferias, o próximo feriado ou um fim de semana de descanso.

São fotos que traduzem o momento único de um lugar, de uma paisagem ou de uma pessoa. Roubando o nome do blog do amigo Freire, literalmente entre na galeria e 'viaje na viagem'.

Sejam bem-vindos.





quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Desvendamos o Hub das Américas


Muita gente já ouviu falar do Aeroporto de Tocumen, Panamá (sigla PTY) e do grande Duty Free (Freeshop) que ele tem, porém nunca viu a qual nível o consumismo pode chegar. O aeroporto tem fácil acesso pela Panamericana Highway (Rodovia Panamericana - sim, aquela que começa lá no Chile), porém se você precisa sair da cidade e ir para lá, cuidado com o horário do rush: seu percurso de 40 min, pode facilmente transformar-se em 1h30.

Antes de mais nada, vale a pena dizer que ele tem o apelido de Hub das Américas pelo simples fato de possuir rotas para todas as capitais da América Central, da América do Sul e as principais cidades da América do Norte e Europa. A ideia foi simples, fazer um aeroporto estratégico para qualquer americano - esta palavra no sentido de qualquer pessoa que transita pelas Américas. Se pegamos um mapa mundi, aquele mesmo que você fazia trabalhos de geografia no colégio, vemos que o Panamá está bem no meio das Américas. Se você for visitar qualquer ilhota do Caribe, fatalmente você passará por este Hub.

Falaremos da COPA Airlines (Compañia Panameña de Aviación) em outro post, mais focado em um Flight Test. O Aeroporto é praticamente operado 80% por esta companhia; os outros 20% fica a cargo a American Airlines, Ibéria, Avianca, Air France/KLM e algumas pequenas aéreas que são subsidiárias da Copa. Por ser um Hub e a América Central ter praticamente aeroportos na capital dos países (a maioria não tem o porquê ter 2 aeroportos), todos os voos de Tocumen são internacionais, isto é, não existe aquele negócio de voo doméstico.

Basicamente, você entra, faz o check-in e já passa pela segurança aeroportuária e imigração, mas vale  ressaltar que a chegada, conexão e saída tem dinâmicas diferentes:

Na chegada - voo com destino ao Panamá e seu destino final o Panamá: Você desembarca diretamente pelos portões de embarque e já está no Shopping Duty Free. Este e o momento que você entra em alfa ou beta, porque você pensa que precisa passar pela imigração, buscar as malas, mas tem um shopping livre de impostos para gastar suas preciosas verdinhas (ou o seu papel plástico). Calma. Diferente do que pensamos, pouquíssimas pessoas tem o destino final ali, entao se sua mala já tiver na esteira e você não, o pessoal do aeroporto separa para quando você aparecer.

Em conexão - voo com destino ao Panamá, mas o seu destino final é outro país, assim trocando de aeronave: Você também desembarcará pelo sagão principal de embarque e já está no paraíso consumista, mas cuidado para você não perder o seu outro voo. Recomendo fortemente você chegar e ver qual portão será o seu próximo embarque. E quando você planejar o voo, antes de comprar, veja se você tem pelo menos 1h de espaço entre um voo e outro. Como sua mala vai diretamente ao destino final (caso você voe com a mesma companhia), então se preocupe somente em saber onde será e em que hora será o seu outro voo.

Na saída - voo com destino com destino a outro país, mas você nao vem de conexão e está na cidade: Faça o check-in e nem perca tempo em andar pelo aeroporto, pois ele não tem nada na área comum. Você passa pela imigração (os agentes somente verificam o passaporte na fila, eles nao carimbam na saída, somente quando você chega), depois pela segurança (máquinas de raio-X, portal de incidência de metais e, acreditem, revista pessoal a todos sem exceção) e ai está no shopping. E quando eu falo shopping, sim, é um verdadeiro shopping, com varias lojas de tudo o que você pode imaginar.

Cabe aqui algumas dicas: Todas as lojas são controladas pela mesma empresa - La Riviera - então desista de fazer pesquisa de preço em todas as lojas de eletronicos, malas, roupa e bolsas que tem ali: é tudo o mesmo preço. No quesito preço, tudo é barato mesmo? Sim. Não é o preço das lojas de Miami, mas é muito mais barato; para exemplificar, uma máquina fotografica da Sony vendida por US$ 270, no Duty Free do Brasil custa US$ 380. Bebidas a diferença chega a 3 a 4 dólares, perfumes a incríveis 10 doláres. Tenis, todos na base de 80 ou 90 dólares. Ali você encontra de tudo, desde bolsas das mais famosas marcas a TVs de LCD, games, telefones celulares, telefones sem fio com ramais, quinquilharias eletronicas e tudo mais.

Toda a área de embarque (= portões e Duty Free) tem internet Wi-fi GRÁTIS! Que Alá faça os outros aeroportos terem esta excelente ideia e oportunidade. Aproveite o ponto de consumo, ops, de embarque/desembarque, mas lembre-se que a cota brasileira de compras no exterior não mudou: continua os mesmos US$ 500.


terça-feira, 7 de setembro de 2010

O quanto você entende do Hino Nacional?

O dia da Idependência, começou com o famoso grito de Dom Pedro I, nas margens do Rio Ipiranga.


Portugal exigia o retorno de Dom Pedro I, mas este se recusou a partir, declarando então Independência, ja a emancipação total do Brasil se deu em Outubro, e em Dezembro Dom Pedro foi coroado como Imperador do Brasil.

Foi nesse dia, devido ao ato corajoso de Dom Pedro I, que o Brasil começou a se livrar das correntes que faziam dele colônia de Portugal.
 
Bem, isso é o básico que todo cidadão deveria saber. E, é claro, saber cantar a canção que exalta a soberania conquistada com a idependência: o Hino Nacional. Saber cantar é uma coisa, entender é outra, e agora eu pergunto: o quanto você entende as letras do nosso Hino?
 
Segue abaixo uma análise-tradução dos versos, que você pode comparar com a letra original, em itálico, no final do post. Hoje, 7 de setembro, não estou no Brasil, mas confesso que no principal dia da pátria, dá uma ponta de saudades, apesar de nunca ter comemorado um dia da Independência; mas o jeito é acostumar, porque será corriqueiro acontecer isto.
 
E sempre falo uma coisa: o país inteiro estava verde e amarelo na Copa do Mundo, das janelas das casas e apartamentos às janelas dos dos carros. E hoje? O patriotismo torna-se evidente somente em períodos de esportes de massa?
 
 
 
Tradução do Hino Nacional
 
As margens tranqüilas do rio Ipiranga ouviram o grito forte de um povo heróico, e o sol da independência brilhou no céu da Pátria, em raios faiscantes, naquele momento.
Se, com nossa firmeza, conseguimos conquistar o direito à igualdade com outras nações, agora que somos livres nosso coração desafia a própria morte.

Ó pátria amada, adorada, salve!

Enquanto a imagem da constelação do Cruzeiro do Sul brilhar em teu céu belo e repleto de promessas nítidas, o sonho de amor e de esperança existirá na terra.
És grandioso desde que nascestes, és belo, és forte, um gigante destemido, e teu futuro refletirá essa grandeza.

Terra adorada,
entre outras mil
és tu, Brasil,
ó pátria amada,
a mãe generosa dos filhos desse solo.
Pátria amada Brasil.

Parte II
Ocupando para sempre este lugar magnífico, ao som do mar e à luz do céu de azul intenso, tu brilhas, Brasil, beleza da América, iluminado ao sol do Novo Mundo.

Teus agradáveis e lindos campos têm mais flores do que a terra mais vistosa. "Nossos bosques têm mais vida" e "nossa vida mais amores" vivendo aqui.
(as partes em aspas são da Canção do Exílio, de Gonçalves Dias)

Ó pátria amada, adorada, salve!

Brasil, que a bandeira estrelada que exibes seja símbolo de nosso amor eterno, e que o verde e o amarelo signifiquem paz no futuro e glória no passado.
Mas se, em defesa da justiça, tiveres de ir à guerra, verás que um filho teu não foge à luta, nem teme a própria morte quem te adora.

Terra adorada,
entre outras mil,
és tu, Brasil,
ó pátria amada,
a mãe generosa dos filhos deste solo.
Pátria amada Brasil.



Hino Nacional

Letra: Joaquim Osório Duque Estrada

Música: Francisco Manuel da Silva
 
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."


Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Tchau inverno, que venha o verão!

Já que estamos mudando as estações, muda nosso wallpaper.

2 SKI weekends e holidays no Chile, neve com dias ensolarados e outros dias com nevascas. Muita diversão, muitas descidas de montanha, lembranças e, novamente, um gosto de quero mais em 2011.

Santiago, Chile


E agora mudamos, comecemos nosso slogan de verão e consequentemente de férias: "Cancun, Vem ni mim".
Nada como curtir alguns dias de férias nesse mar feio. Tudo bem que no hemisfério norte será inverno no fim do ano, mas no Caribe o verão sempre impera.

Cancún, México